O Castigo Eterno (IV)

3. As passagens citadas pelos Aniquilacionistas.

     A verdade é só uma: eterna e imutável. O erro é monstruoso, inconsistente e contraditório, oscilando nas suas formas. Tão determinados estão os homens a persuadirem-se a si mesmos que a punição eterna dos ímpios é um mito, que o inimigo da alma humana tem sugerido uma variedade de meios para se desviarem desta verdade tão odiosa para eles. «Deus fez ao homem recto, mas ele buscou muitas invenções» (Ecl. 7.29). Uma dessas invenções é que a morte dos ímpios cairá no esquecimento, e que após a sua ressurreição e juízo no Grande Trono Branco, serão aniquilados no Lago de Fogo. Incrível quanto possa parecer, esta teoria tem muitos aderentes e advogados; e o que é mais incrível, a Palavra de Deus é citada para obter apoio. É por isso que fazemos aqui uma breve referência.

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O Castigo Eterno (V)

4. A teoria de que a punição dos ímpios é disciplinar e correctiva.

    Há aqueles que “permitem” que os ímpios sejam lançados no inferno, mas que insistem que a punição é correctiva e não retributiva. Inventam uma espécie de Purgatório Protestante, as chamas do qual visam purificar e não punir. Uma tal concepção é altamente desonrosa para Deus. Alguns que defendem este ponto de vista revelam uma grande pretensão de honrarem a Cristo, mas na realidade desonram-No grandemente. Se os homens que morreram rejeitando o Salvador ainda podem ser salvos, se as chamas do inferno podem fazer por eles o que o sangue de Cristo não pôde, então qual a razão do sacrifício Divino? Todos poderiam ser salvos pelos sofrimentos disciplinares do inferno, e desse modo Deus teria poupado o Seu Filho.

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O Castigo Eterno (VII)

2. A morte sela o destino do pecador.

     As Escrituras ensinam claramente que a oportunidade do homem para a salvação está limitada ao período da sua vida terrena. Se ele morrer perdido a sua sorte fica inexoravelmente selada. Há duas passagens no Novo Testamento em que os que afirmam que há esperança para os perdidos após a morte, se baseiam. Encontram-se ambas na 1ª Epístola de Pedro. Vejamo-las.

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O Castigo Eterno (VI)

     Tendo visto as principais objecções contra a verdade do castigo Eterno, consideraremos agora:

II. O DESTINO DOS ÍMPIOS

     Abeiremo-nos das Escrituras como uma folha branca que é levada para a impressora – sem ideias preconcebidas. O que diz o Senhor?

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O Castigo Eterno (VIII)

3. O que espera o pecador na morte.

     O Senhor Jesus falou mais a respeito dos ímpios do que de qualquer outro, pelo que será bom atentar para o que Ele disse. Em Lucas 16 vêmo-Lo levantar o véu que nos impedia de ver o que acontece para além da morte. Ele fala dum homem rico que morreu «e foi sepultado» (v.22). Vemos que este não deixou de existir. Longe disso, vemos que o Senhor acrescentou, «E, no Hades, ergueu os olhos, estando em tormentos».

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