O pecado magoa o Senhor

 Ricky Kurth

 

     “Porque é que Génesis 6:6 diz que “arrependeu-Se o SENHOR de haver feito o homem” se Ele sabia antecipadamente quão pecaminoso o homem se tornaria?”

     O leitor poderá estar a pensar que a palavra “arrepender-se” significa que Deus lamentouter feito o homem, e o meu dicionário diz que “arrependimento” pode significar “olhar para trás com insatisfação”. Porém, esse não pode ser o significado aqui, pois não é possível que Deus fique insatisfeito com algo que tenha feito.

     Como todas as palavras, arrependimento pode ter diferentes significados. O meu dicionário define arrependimento como “sentir dor, tristeza ou lamento por algo que alguém tenha feito”. A palavra “ou” aqui sugere que Deus não se arrependeu de ter feito o homem, mas sentiu dor e sofreu por o ter feito.  A maneira como o versículo está redigido deixa isso claro. Não diz que o Senhor se arrependeu de fazer o homem, como se o tivesse lamentado. Diz que o Senhor arrependeu-Se, ou seja, condoeu-Se, pois o pecado causou-Lhe tristeza. O restante do versículo confirma essa interpretação quando diz, “e pesou-Lhe em Seu coração”.

     O pecado aindamagoa o Senhor, mesmo depois de estarmos salvos, por isso “... não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da redenção” (Efésios 4:30). 

- Ricky Kurth

Estudo Bíblico complementar, quarta-feira, 14FEV18 - Colossenses 1:19

CMO 29OUT17b


A Igreja como plenitude de Cristo

     “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude n’Ele habitasse” (Col. 1:19).

     “E sujeitou todas as coisas a Seus pés, e sobre todas as coisas O constituiu como Cabeça da Igreja,

     “Que é o Seu corpo, a plenitude d’Aquele que cumpre tudo em todos” (Efésios 1:22,23).

     O contexto é claro. A Igreja é a plenitude de Cristo. Podemos dizer, perante o que acima está escrito, que o Senhor sentir-Se-ia incompleto sem a Sua Igreja. A Igreja, por assim dizer, completa o Senhor Jesus Cristo. Ela realiza-O, torna-O pleno; é a Sua plenitude. É claro que isto é a mais pura manifestação da Sua graça para connosco, pois sabemos bem o quanto nada somos em nós mesmos. Só mesmo a graça de Deus nos poderia valorizar …. E que valor! Glória, pois, ao Seu Nome!

     O Senhor valoriza-nos tanto, na Sua graça, que como Cabeça, para ficar completo, pleno, "precisa" do Corpo. Uma cabeça sem corpo é nada e um corpo sem cabeça, nada é. Neste sentido, Ele, em graça para connosco, sente-se pleno tendo-nos e, como lemos noutros textos bíblicos, Ele também nos completa a nós; somos plenos, completos n'Ele. Ele é também a nossa plenitude. "E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus" (Efésios 3:19). Como se vê, nós somos cheios de toda a plenitude de Deus, ao conhecermos o amor de Deus revelado em Cristo. Sim, o que é que lemos em Colossenses 2:10? Lemos de forma muito clara: “E estais perfeitos [ou, completos, plenos] n’Ele …”.



Não defraudando expectativas


     “Porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude n’Ele habitasse” (Col. 1:19).

     Quantas vezes ouvimos pais dizerem que teria sido do seu agrado que os seus filhos fizessem isto ou aquilo, conseguissem aquilo, ou aqueloutro, fossem ali ou acolá. Que modelo de Filho é o Senhor Jesus Cristo! Que modelo para todos os que são filhos nos lares! O Senhor Jesus Cristo não defraudou as espectativas do Seu Pai a Seu respeito.

     Fosse no quadro negro dos pecados que se veem confessados no rio Jordão, fosse no quadro resplandecente glorioso do Monte da transfiguração, o Filho sempre obteve do Pai a exclamação de satisfação e agrado a Seu respeito:

     “Este é o meu Filho amado, em quem Me comprazo” (Mateus 3:17).

     “E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o Meu amado Filho, em quem Me comprazo: escutai-o” (Mateus 17:5).

     Os filhos devem preocupar-se em não defraudar as expectativas dos pais a seu respeito - nem em relação à confissão do pecado, convertendo-se, nem em relação à transformação gloriosa que os pais sempre desejam para os seus filhos, consagrando-se.

     Filhos, não defraudeis as expectativas que os vossos pais têm de vós e, mais importante, muito mais importante, ó irmãos na fé, não defraudeis as expectativas que Deus, o vosso Pai celestial, tem de vós. E qual é o nível da expectativa a vosso respeito, a nosso respeito? Plenitude! “Toda a plenitude. “Cheios da plenitude de Deus”.

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