Mãos que oram, de Dürer
No passado século quinze, numa aldeia perto de Nuremberg, na Alemanha, vivia uma família com 18 filhos. Dezoito! A fim de garantir a comida à mesa para aquela multidão, o pai e cabeça do lar, um ourives de profissão, trabalhava quase dezoito horas por dia no seu comércio e ainda fazia qualquer outro trabalho remunerado que pudesse encontrar na vizinhança.
Suponhamos que tenho acabado de ter a alegria de conduzir uma alma a Cristo. Tratava-se de uma criatura ímpia, perversa, até então, mas agora, subitamente, ocorreu uma grande transformação na sua vida. Ele fica impressionado com a alegria de pecados perdoados. No entanto algumas coisas ainda o preocupam.


