Uso impróprio da oração

crstam.jpg     Muitos Cristãos falham em orar aceitavelmente. Eles gratificam as suas vontades. Oram afincadamente para que Deus os guie; apesar de ao mesmo tempo estarem determinados a que Ele guie segundo os seus próprios desejos, mesmo que contrários à Sua vontade revelada. Depois, quando confrontados com a Palavra escrita, dizem: “Mas eu tenho orado muito sobre isto.” Eles até chegam a desafiar Deus, como a jovem que justificou o seu noivado com um jugo desigual, dizendo: Eu pedi ao Senhor que se não fosse da Sua vontade o impedisse de algum modo.” Tal uso impróprio da oração é pior do que superstição; é um sacrilégio, pois a jovem devia ter sabido – provavelmente sabia – que a Palavra escrita de Deus já tinha condenado o que ela queria, pedira e obtivera.

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Repetição de orações

crstam.jpg     Um dos usos impróprios, não espiritual e contrário às Escrituras, da oração, é a repetição de orações compostas por outros. Muitos membros de Igrejas, tanto Protestantes como Católicos, de facto mesmo muitos crentes sinceros, repetem vezes sem conta orações que foram preparadas para eles recitarem. Indubitavelmente a grande maioria tornou prática corrente a repetição do chamado “Pai-Nosso”, extraído dos registos dos Evangelhos.

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Empecilhos à Oração (I)

     Orar certo é estar certo, agir certo e viver certo. Tudo o que impede a oração impede a santidade. Quando tudo o que nos impede de orar correctamente for removido, o caminho ficará aberto para um avanço rápido na vida espiritual. Se pudéssemos contar, dia a dia, as orações que não alcançam resultado algum, que não beneficiam o homem, nem influenciam a Deus, ficaríamos pasmados ao ver os números.

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O propósito da oração

crstam.jpg     Por vezes é colocada a questão: Se a vontade e propósito de Deus são imutáveis, qual a razão de se orar? A resposta é simplesmente: Porque o propósito divino, que qualquer resposta à oração tem de representar, inclui a própria oração. Basta que Aquele “que faz todas as coisas, segundo o conselho da Sua vontade” (Efé. 1:11) convide e exorte o Seu povo a chegar “com confiança ao trono da graça” para que “as [suas] petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus” (Heb. 4:16; Fil. 4:6).

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Empecilhos à Oração (II)

O Pecado Impede a Oração

     "Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido" (Salmo 66.18). Os pecados do coração que não são rejeitados, ou que não combatemos para vencer, interrompem a oração. A oração não pode fluir do coração que nutre ou protege o pecado, que abriga pecado de qualquer espécie. O pensamento rebelde ou insensato é pecado; o olhar de cobiça ou lascívia do coração é pecado. Temos de clamar a Deus por um coração puro.

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Sermões e Estudos

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Herança

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Sobre a Epístola aos Colossenses 4:1 em 21 de julho de 2021

 
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