
Muitos Cristãos falham em orar aceitavelmente. Eles gratificam as suas vontades. Oram afincadamente para que Deus os guie; apesar de ao mesmo tempo estarem determinados a que Ele guie
segundo os seus próprios desejos, mesmo que contrários à Sua vontade revelada. Depois, quando confrontados com a Palavra escrita, dizem:
“Mas eu tenho orado muito sobre isto.” Eles até chegam a desafiar Deus, como a jovem que justificou o seu noivado com um jugo desigual, dizendo: Eu pedi ao Senhor que se não fosse da Sua vontade o impedisse de algum modo.” Tal uso impróprio da oração é pior do que superstição; é um sacrilégio, pois a jovem devia ter sabido – provavelmente
sabia – que a Palavra escrita de Deus já tinha condenado o que ela queria, pedira e obtivera.