O hábito de orar
Um soldado foi apanhado a rastejar de regresso ao quartel vindo dos bosques vizinhos. Levado ao Oficial de Dia, e depois ao Comandante, foi culpado de estar a ter ligações com o inimigo.O homem alegou que tinha ido aos bosques a fim de estar sozinho para orar. Foi a sua única defesa.
Faraday e o culto de oração
«Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima» (Heb. 10:25).
Oração pelos governantes do Kansas
A seguinte oração foi feita no dia 23 de Janeiro de 1996 perante a legislatura estadual do Kansas por Joe Writght, pastor duma igreja em Wichita, Kansas. Quando ele acabou de orar, três membros saltaram literalmente e gritaram cheios de indignação, “Ele não pode falar desta maneira!” Um outro classificou a oração de “grosseira, divisora, beata, e autoritária”. Outro ainda chamou-a de “blasfema e ignorante”. Uma mulher fez também ecoar a sua indignação. Eis a oração que Wright fez:A fé move mesmo montanhas
Conta-se a estória de uma congregação que construiu um novo edifício num terreno que lhes foi doado por um dos crentes em comunhão, no sopé do Great Smokies.
Dez dias antes da inauguração do edifício, o inspector camarário informou o pastor que o parque de estacionamento circundante era inadequado ao tamanho da construção. Enquanto a igreja não duplicasse o tamanho do parqueamento eles não poderiam fazer uso do edifício. A igreja tinha já usado todo o espaço de terreno disponível, com excepção da montanha que se erguia ao lado. Para alargar o parqueamento, eles teriam de mover a montanha das traseiras.
Arrojadamente, o pastor anunciou no domingo seguinte de manhã que ele gostaria de se reunir nessa noite com todos os crentes em comunhão que tinham “fé que move montanhas”. Eles fariam uma reunião de oração para pedir a Deus que removesse a montanha das traseiras e, de algum modo, providenciasse o dinheiro necessário para pavimentar o parque e pintá-lo antes da data agendada para o culto de consagração na semana seguinte.
À hora designada, 24 dos 300 crentes em comunhão reuniram-se para orar. Oraram durante quase três horas. Às dez horas o pastor disse o “Amém” final. “Nós estaremos aqui para o culto inaugural no próximo Domingo, como está agendado”, assegurou ele a todos. “Deus nunca nos abandonou antes, e eu creio que desta vez Ele também será fiel”.
Na manhã seguinte quando ele estava a estudar ouviu um bater forte à porta de casa. Quando ele disse, “Entre!”, um rude mestre de obras entrou, retirando o enorme chapéu que trazia, ao entrar.
“Desculpe-me, Pastor. Sou da Companhia de Construção ACME, na comarca ao lado. Nós estamos a construir um enorme Centro Comercial e precisamos de entulho. Poderia vender-nos um pedaço do monte que se situa por detrás da vossa igreja? Nós pagaremos pelo entulho que removermos e pavimentaremos toda a área libertada se nos der já permissão. É que não podemos prosseguir com a nossa obra sem o entulho”.
O edifício da igreja foi consagrado no Domingo seguinte como tinha sido originalmente planeado e com mais crentes com “fé que move montanhas” do que na semana anterior!
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