A vida de oração do Cristão
A oração a Deus tem de ter manifestamente grande importância para os que são verdadeiramente espirituais. Apesar da Palavra de Deus para nós dever ter sempre o primeiro lugar nas nossas vidas, a oração deve certamente ocupar o segundo lugar; na realidade, devemos estudar mesmo a Palavra de Deus com oração para obter entendimento e voluntariedade em obedecer.
As Escrituras exortam por toda a parte o povo de Deus a orar, e nas epístolas de Paulo encontramos a causa maior, a razão maior e o maior incentivo de sempre para orarmos – orarmos “sempre,” “em tudo,” “sem cessar.” O exemplo de nosso Senhor e dos Seus apóstolos – particularmente Paulo – é uma chamada à oração. Toda a necessidade, toda a ansiedade, toda a dor de cabeça, é uma chamada à oração. Toda a tentação, toda a derrota – sim, e toda a vitória é uma chamada à oração.
No entanto, orar meramente, ou mesmo passar muito tempo em oração, não é, em si, evidência de verdadeira espiritualidade. Muitos Cristãos carnais, ainda “bebés em Cristo,” e até muitas pessoas perdidas, passam muito tempo em oração. Mas o crente verdadeiramente espiritual une-se ao Apóstolo Paulo, dizendo: “Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento” (1 Cor. 14:15). “Com o espírito”: afincadamente, fervorosamente, derramando a Deus a minha adoração, as minhas súplicas e as minhas acções de graças. E também “com o entendimento”: inteligentemente, com uma clara compreensão do que as Escrituras, bem manejadas, dizem sobre a vontade de Deus e as Suas provisões para a minha vida de oração nesta presente dispensação da graça.
No entanto, orar meramente, ou mesmo passar muito tempo em oração, não é, em si, evidência de verdadeira espiritualidade. Muitos Cristãos carnais, ainda “bebés em Cristo,” e até muitas pessoas perdidas, passam muito tempo em oração. Mas o crente verdadeiramente espiritual une-se ao Apóstolo Paulo, dizendo: “Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento” (1 Cor. 14:15). “Com o espírito”: afincadamente, fervorosamente, derramando a Deus a minha adoração, as minhas súplicas e as minhas acções de graças. E também “com o entendimento”: inteligentemente, com uma clara compreensão do que as Escrituras, bem manejadas, dizem sobre a vontade de Deus e as Suas provisões para a minha vida de oração nesta presente dispensação da graça.
Cornelius R. Stam
in Two Minutes With The Bible



