O Meu Evangelho

Justin Johnson     Se Paulo pregou o mesmo Evangelho que aqueles que o antecederam, então porque é que ele o denomina de "o meu Evangelho" três vezes?

     Paulo usa ambas as frases "o Evangelho" e "o nosso Evangelho" nas suas epístolas, mas quando menciona "o meu Evangelho" isso mostra que ele tinha uma mensagem única.


O meu Evangelho: para Judeus e Gentios

     O Evangelho de Paulo não fazia distinção entre Judeus e Gentios. São todos acusados de incredulidade como pecadores, e são julgados por Deus, sem acepção de pessoas, independentemente de terem, ou não, a lei.

     Por isso, Paulo diz:

     "No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu Evangelho" - Romanos 2:16

     Durante o tempo passado, no ministério terreno do Senhor Jesus Cristo, e no ministério de pregação de Pedro até ao Centurião Cornélio, havia uma distinção entre Judeus e Gentios. Os judeus tinham uma posição espiritual especial com o Senhor. Os Gentios não. 

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Como posso ter certeza de que a Bíblia diz a verdade?

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     Centenas de livros já foram escritos sobre as evidências da inspiração divina da Bíblia. Estas evidências são muitas e variadas. Infelizmente, actualmente esses livros não são tão lidos quanto seria desejável. Na verdade, a maioria das pessoas que questionam a veracidade da Bíblia nunca a leram! Estas pessoas tendem a aceitar a crença popular de que a Bíblia está cheia de erros e que não é mais importante no nosso mundo moderno.

     Entretanto, os escritores da Bíblia afirmam repetidas vezes que eles estavam a transmitir a própria Palavra de Deus: infalível e tendo autoridade em si própria no mais alto grau possível. Esta é uma afirmação muito forte para um escritor e se os cerca de quarenta homens que escreveram as Escrituras estavam errados ao fazê-lo, então eles estavam ou mentindo, ou eram loucos, ou as duas coisas.

     Mas, por outro lado, se o maior e mais influente livro de todas as épocas - um livro que contém a mais bela literatura e o mais perfeito código moral já imaginado - foi escrito por um bando de fanáticos, então há alguma esperança de encontrar sentido e propósito neste mundo?

     Se alguém investigar seriamente as evidências bíblicas, irá descobrir que a afirmação de ser divinamente inspirada (declarada cerca de 3000 vezes na Bíblia de diversas formas) é amplamente justificada.

 

Profecias cumpridas

     Uma das mais incríveis evidências para a inspiração divina da Bíblia são as profecias que se cumpriram. Centenas de profecias feitas na Bíblia vieram a cumprir-se até o último detalhe. E a maioria delas foi cumprida quando o seu escritor já havia morrido.

     Por exemplo: Em cerca de 538 AC (Daniel 9:24-27), Daniel, o profeta, predisse que Jesus viria como o Salvador e Príncipe prometido a Israel exactamente 483 anos depois de o imperador persa ter dado aos judeus permissão para reconstruirem a cidade de Jerusalém que estava em ruínas nessa época. Essa profecia foi clara e definitivamente cumprida no tempo exato.

     A Bíblia também contém uma grande quantidade de profecias que trata de nações e cidades específicas ao longo da história, todas as quais foram literalmente cumpridas. Mais de 300 profecias foram cumpridas pelo próprio Jesus Cristo durante a Sua primeira vinda. Outras profecias lidam com a difusão do Cristianismo pelo mundo, falsas religiões e muitos outros assuntos.

     Não há outro livro, antigo ou moderno, como a Bíblia. As profecias vagas e geralmente erróneas, feitas por pessoas como Jeanne Dixon, Nostradamus, Edgar Cayce e outros como eles, não podem, nem de longe, ser colocadas na mesma categoria das profecias bíblicas. Nem outros livros religiosos como o Alcorão, os escritos de Confúcio e literatura religiosa similar. Somente a Bíblia manifesta esta evidência profética e ela fá-lo numa escala tão gigantesca que torna absurda qualquer outra explicação que não a sua inspiração divina.

 

Uma precisão histórica única

     A precisão histórica das Escrituras é também uma forte evidência por si só, infinitamente superior aos registos escritos deixados pelo Egipto, Assíria e outras nações antigas. As confirmações arqueológicas do registo bíblico são quase inumeráveis. O Dr. Nelson Glueck, a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:

     “Nenhuma descoberta arqueológica jamais contradisse qualquer referência bíblica. Foram encontrados dezenas de achados arqueológicos que confirmam em exato detalhe as declarações históricas feitas pela Bíblia. E, da mesma maneira, uma avaliação própria de descrições bíblicas tem geralmente levado a fascinantes descobertas no campo da arqueologia moderna.”

 

Precisão científica

     Uma outra espantosa evidência da inspiração divina da Bíblia é o facto de que muitos princípios da ciência moderna foram registados como factos da natureza na Bíblia muito antes que qualquer cientista os confirmasse experimentalmente. Uma amostra destes factos inclui:

- A esfericidade da terra (Isaías 40:22)
- A quase infinita extensão do universo (Isaías 55:9)
- A lei de conservação da massa e energia (II Pedro 3:7)
- O ciclo hidrológico (Eclesiastes 1:7)
- O vasto número de estrelas (Jeremias 33:22)
- A lei do aumento da entropia (Salmo 102:25-27)
- A suma importância do sangue para a vida (Levítico 17:11)
- A circulação atmosférica (Eclesiastes 1:6)
- O campo gravitacional (Jó 26:7)
- e muitos outros

     Estes factos obviamente não são declarados na gíria da ciência moderna, mas em termos da experiência básica do homem no dia-a-dia. Ainda assim, eles estão completamente de acordo com os factos modernos da ciência.

     É significativo também que nenhum erro jamais foi demonstrado na Bíblia, seja em ciência, história ou qualquer outro assunto. Muitos erros foram de facto declarados, mas eruditos bíblicos conservadores sempre foram capazes de encontrar soluções para esses problemas.

 

Estrutura única

     A incrível estrutura da Bíblia deve ser colocada em perspectiva também. Embora ela seja uma colecção de 66 livros, escritos por cerca de quarenta homens ao longo de um período de cerca de 2000 anos, a Bíblia ainda assim é um único Livro, em perfeita unidade e consistência.

     Os escritores individuais, na época em que escreviam, não tinham ideia de que, eventualmente, os seus escritos seriam incorporados num só livro. Entretanto, cada um desses escritos individuais preenche perfeitamente o seu lugar e serve um propósito único. Qualquer pessoa que estude diligentemente a Bíblia irá encontrar nela padrões estruturais e matemáticos cuidadosamente bordados, com um entrançado e simetria que não são passíveis de explicação através do acaso ou coincidência.

     E o tema que a Bíblia desenvolve, de forma consistente e grandiosa, de Génesis a Apocalipse é o majestoso trabalho de Deus na criação do universo e a redenção de todas as coisas através do Seu único filho, o Senhor Jesus Cristo.

 

O efeito único da Bíblia

     A Bíblia também é única no seu efeito sobre os homens individualmente e sobre a história das nações. Ela é o livro mais vendido de todas as épocas, tocando corações e mentes, amada por pelo menos uma pessoa em qualquer raça, nação ou tribo para a qual foi levada. Ricos ou pobres, formados ou simples, reis ou plebeus, homens de qualquer origem ou modo de vida já foram atingidos por este livro. Nenhum outro livro jamais teve tal apelo universal ou produziu efeitos tão duradouros.

     Uma evidência final de que a Bíblia é verdadeira é o testemunho dos que acreditaram nela. Multidões de pessoas, no passado e no presente, descobriram por experiência própria que as suas promessas são verdadeiras, o seu conselho é digno de confiança, os seus mandamentos e restrições são sábios e que a sua maravilhosa mensagem de salvação vai ao encontro de qualquer necessidade para todo o tempo e eternidade.
 
Leia A Bíblia tem a resposta

Autores: Henry Morris e Martin Clark

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