Um Deus Justo e Salvador
Todas as pessoas têm um certo conhecimento do bem e do mal; tal coisa, dizem elas que é boa e tal coisa, má. Mas talvez não existam duas pessoas que possuam exactamente o mesmo padrão do que seja bem e do que seja mal. O que as pessoas fazem é estabelecer um padrão do bem que as possa incluir a elas próprias, e um padrão de mal que as exclua, e inclua outras. Por exemplo, o alcoólatra acha que não há muito mal em beber, mas poderia considerar um grande pecado roubar. O ambicioso, que talvez pratique todos os dias alguma fraude ou algum desfalque "no mundo dos negócios", procura justificar-se com o pensamento de que é necessário e normal agir assim nos negócios, "e, para todos os efeitos, não fico bêbado ou praguejo e blasfemo como os outros fazem", diz ele. O plano de Deus para a agenda Gay
Por John MacArthur (na foto)
Se o leitor tem visto os títulos de manchetes de jornais nos últimos anos, talvez tenha observado o incrível aumento do interesse por afirmar a homossexualidade. Quer esteja no âmago de um escândalo religioso, de corrupção política, de legislação radical e da redefinição do casamento, o interesse homossexual tem caracterizado a sociedade. Isso é uma indicação do sucesso da agenda gay.
Mas, infelizmente, quando as pessoas se recusam a reconhecer a pecaminosidade do homossexualismo — chamando ao mal de bem e ao bem de mal (Is 5.20), elas fazem-no em prejuízo de muitas almas e, talvez, de si mesmas.
Como reagir ao sucesso da agenda gay? Deve-se aceitar a tendência recente em direcção à tolerância? Ou ficar ao lado daqueles que excluem os homossexuais e condenam com veemência o pecado? A Bíblia exorta-nos a um equilíbrio entre o que as pessoas consideram duas reações opostas — condenação e compaixão. De facto, essas duas atitudes juntas são elementos essenciais do amor bíblico, do qual os homossexuais necessitam desesperadamente.
O Meu Evangelho
Se Paulo pregou o mesmo Evangelho que aqueles que o antecederam, então porque é que ele o denomina de "o meu Evangelho" três vezes?
Paulo usa ambas as frases "o Evangelho" e "o nosso Evangelho" nas suas epístolas, mas quando menciona "o meu Evangelho" isso mostra que ele tinha uma mensagem única.
O meu Evangelho: para Judeus e Gentios
O Evangelho de Paulo não fazia distinção entre Judeus e Gentios. São todos acusados de incredulidade como pecadores, e são julgados por Deus, sem acepção de pessoas, independentemente de terem, ou não, a lei.
Por isso, Paulo diz:
"No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu Evangelho" - Romanos 2:16
Durante o tempo passado, no ministério terreno do Senhor Jesus Cristo, e no ministério de pregação de Pedro até ao Centurião Cornélio, havia uma distinção entre Judeus e Gentios. Os judeus tinham uma posição espiritual especial com o Senhor. Os Gentios não.
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