
O governo da Hungria tem-se destacado pelas suas posições conservadoras, em contramão ao “politicamente correto”, tendo deixado de financiar e credenciar universidades para os seus programas de mestrado e doutoramento em “estudos de género”. A justificativa é que essa disciplina foi considerada “uma ideologia e não uma ciência”.
Para o vice-primeiro-ministro do país, Zsolt Semjén, o mercado de trabalho não exige dos graduandos esse tipo de conhecimento. “Ninguém quer contratar um especialista em género”, assegura.
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É preciso cuidado com as mentiras com aparência de verdade, com as mentiras travestidas de verdade. Não é assim, mesmo, que Satanás opera? Não lemos que “Satanás se transfigura em anjo de luz” (2 Cor. 11:14)?
A ideologia de género quer incutir na mente dos incautos que os papéis masculino e feminino são apenas criações culturais machistas e patriarcais visando a dominação das mulheres pelo homem. Porém, sejamos sóbrios e não deliremos: será que um homem pode exercer o papel de mãe? Será que uma mulher pode ter a mesma força física de um homem de forma natural, sem se socorrer de auxílio externo como, por exemplo, de hormonas masculinas? Desde quando é que um homem que nasce homem pode ser mesmo mulher?
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