
Quero contar duas histórias protagonizadas pelo meu pai, que poderão ajudar alguns a entender a minha posição quanto à questão do salvo e a sua frequência às reuniões da igreja local.
Para quem não me conhece, talvez seria bom primeiro explicar qual é a minha posição nesta questão. Ela pode ser resumida assim: o Cristão só deveria perder uma reunião da sua igreja local em último caso. A prática tão comum de frequentar as reuniões apenas quando conveniente é, no meu entendimento, radicalmente contraditória, e me incomoda muito ver esta falta de compromisso em alguns.
Obviamente, há muitas razões legítimas que levam alguém a faltar às reuniões. Reconhecendo isto, me esforço para não julgar o comportamento dos irmãos e irmãs que se reúnem comigo. Se não sei porque alguém faltou, não posso criticá-lo — e não tenho o direito de ficar investigando a vida alheia, para tentar descobrir se a pouca frequência é justificada ou não. Cada um dará contas de si mesmo a Deus.
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Um dia, um certo homem foi fazer uma viagem de avião. Era um homem crente em Deus e com certeza que Ele o protegia. Durante a viagem, enquanto sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer uma aterragem forçada no oceano.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a algo que o conservaria em cima da água. Ficou a boiar à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por o ter livrado da morte. Ao longo do tempo foi-se alimentando de peixes e ervas, derrubou algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir um abrigo, com paus e folhas.
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