
Ultimamente, não sabemos se por moda, se por ser diferente, se por ser fino, ou chique, mas certamente sendo antibíblico, tem-se ouvido alguns referirem-se ao nosso Senhor Jesus Cristo como Messias da Igreja, pois chamam-No repetidamente de Messias.
Como disse muito bem Robert Brock, “Os Judaizantes tinham vindo à igreja na Galácia tentar colocar os crentes sob a Lei de Moisés. Paulo teve de usar uma linguagem muito forte para repreender estes subvertedores do Evangelho (Gálatas 1:6-9; 3:1-5). Nós temos hoje as mesmas condições. A igreja tem recusado obedecer aos ensinos que Deus deu a Paulo, e consequentemente a grande maioria de crentes está a tentar viver de acordo com a Lei de Moisés, e é ignorante, fraca e carnal a respeito das verdades dinâmicas do Cristianismo”.
Nos últimos tempos temos estado a assistir ao ressurgimento de judaizantes no meio da Igreja. Os judaizantes contemporâneos fazem tanta questão do seu judaizar que, entre outras coisas erradas à luz da “presente verdade”, estão a chamar erradamente Messias ao Cabeça da Igreja, o Corpo de Cristo, ao nosso Senhor Jesus Cristo, sob a complacência de uma igreja visivelmente iletrada biblicamente.
Ler mais …Cristo NÃO é o Messias da Igreja
“A mim [Paulo], o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os Gentios, por meio do Evangelho, as riquezas incompreensíveis de Cristo” (Efésios 3:8).
Neste versículo temos uma palavra que os tradutores normalmente traduzem por “incompreensíveis”. Literalmente, na língua Grega, esta palavra significa “não tracejáveis”, Na verdade, as riquezas de Cristo são incompreensíveis no sentido de estarem para além da nossa compreensão, mas o significado da palavra em Efésios 3:8 é “não tracejáveis” e não “incompreensíveis”.
Ler mais …AS RIQUEZAS DE CRISTO NA PROFECIA E NO MISTÉRIO