Porque não posso praticar o Batismo na Água? (II)

Quanto a mim, não posso praticar o batismo na água porque:
1. O BATISMO NA ÁGUA É UMA ORDENANÇA DO ANTIGO TESTAMENTO (Hebreus 9:10).
Em Hebreus. 9:10, lemos sobre a adoração de Israel nos termos da lei:
"Consistindo somente em manjares, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correcção."
1. O BATISMO NA ÁGUA É UMA ORDENANÇA DO ANTIGO TESTAMENTO (Hebreus 9:10).
Em Hebreus. 9:10, lemos sobre a adoração de Israel nos termos da lei:
"Consistindo somente em manjares, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correcção."
A palavra Grega para "abluções, ou, lavagens" neste versículo é baptismois ou batismos. Consequentemente isto mostra que na Bíblia o batismo na água é uma purificação cerimonial, e não um símbolo de morte e sepultura. Sob o velho concerto, ou lei, não havia imersões. Os discípulos de João Batista tiveram uma disputa com os Judeus em João 3:25 acerca da purificação, não da sepultura.
Este primeiro concerto (agora velho concerto) "tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre" (Hb 9:1). O culto religioso de Israel sob a lei consistia de "comidas e bebidas e diversos batismos." Portanto, o batismo na água era uma parte do culto da lei e não uma ordenança do “Novo Testamento", como muitos tentam torná-la. Basta ler Êxodo e Levítico para se encontrarem ali numerosas abluções e cerimónias de purificação. Só em Levítico há cerca de 20 referências a lavagens ou batismos. A pia, uma peça importante no mobiliário do Tabernáculo, era usada para lavar ou batizar as mãos e os pés do sacerdote oficiante.
Depois, lemos em Hb. 9:10, que os diversos regulamentos da lei, inclusivamente batismos, eram "justificações da carne (ou, ordenanças carnais)" [o “e” a seguir a "abluções" não está no original]. O batismo na água, como purificação cerimonial, era uma cerimónia física, uma sombra de bens vindouros (Hb 10:1), “que, quanto à consciência, não pode aperfeiçoar aquele que faz o serviço” (Heb. 9:9). Seria interessante contrastar esta passagem com I Pedro 3:21, onde o batismo que "agora vos salva" é um batismo que satisfaz a exigência de uma "boa consciência para com Deus", algo que uma cerimónia de água nunca poderia conseguir. Este batismo é o protótipo do batismo de Noé, e certamente refere-se ao batismo da morte do Senhor Jesus Cristo, que experimentou por nós a ira de Deus no Calvário. Nós estamos seguros da ira de Deus estando em Cristo da mesma maneira que Noé foi salvo da ira de Deus, estando na arca.
Também lemos em Hb. 9:10 que o batismo foi "imposto até . . .” Eis aqui a lei. A questão não era deixada à consciência do crente; nada alguma vez foi dito sobre se não seria absolutamente necessário. Ele foi "imposto", mas apenas temporariamente. Como o próprio concerto da Lei, que foi "por causa das transgressões, até que viesse a posteridade" (Gl 3:19) o batismo na água era uma instituição temporária.
Muitos bons Cristãos que creem na Bíblia que têm a certeza de que os crentes hoje não estão debaixo da lei, ainda insistem que os crentes devam estar debaixo da água. Todavia a água é parte da lei. Tudo o que fazemos com a lei, devemos fazer com a água, e uma vez que o crente não está debaixo da lei, não deve estar debaixo da água!
Este primeiro concerto (agora velho concerto) "tinha ordenanças de culto divino, e um santuário terrestre" (Hb 9:1). O culto religioso de Israel sob a lei consistia de "comidas e bebidas e diversos batismos." Portanto, o batismo na água era uma parte do culto da lei e não uma ordenança do “Novo Testamento", como muitos tentam torná-la. Basta ler Êxodo e Levítico para se encontrarem ali numerosas abluções e cerimónias de purificação. Só em Levítico há cerca de 20 referências a lavagens ou batismos. A pia, uma peça importante no mobiliário do Tabernáculo, era usada para lavar ou batizar as mãos e os pés do sacerdote oficiante.
Depois, lemos em Hb. 9:10, que os diversos regulamentos da lei, inclusivamente batismos, eram "justificações da carne (ou, ordenanças carnais)" [o “e” a seguir a "abluções" não está no original]. O batismo na água, como purificação cerimonial, era uma cerimónia física, uma sombra de bens vindouros (Hb 10:1), “que, quanto à consciência, não pode aperfeiçoar aquele que faz o serviço” (Heb. 9:9). Seria interessante contrastar esta passagem com I Pedro 3:21, onde o batismo que "agora vos salva" é um batismo que satisfaz a exigência de uma "boa consciência para com Deus", algo que uma cerimónia de água nunca poderia conseguir. Este batismo é o protótipo do batismo de Noé, e certamente refere-se ao batismo da morte do Senhor Jesus Cristo, que experimentou por nós a ira de Deus no Calvário. Nós estamos seguros da ira de Deus estando em Cristo da mesma maneira que Noé foi salvo da ira de Deus, estando na arca.
Também lemos em Hb. 9:10 que o batismo foi "imposto até . . .” Eis aqui a lei. A questão não era deixada à consciência do crente; nada alguma vez foi dito sobre se não seria absolutamente necessário. Ele foi "imposto", mas apenas temporariamente. Como o próprio concerto da Lei, que foi "por causa das transgressões, até que viesse a posteridade" (Gl 3:19) o batismo na água era uma instituição temporária.
Muitos bons Cristãos que creem na Bíblia que têm a certeza de que os crentes hoje não estão debaixo da lei, ainda insistem que os crentes devam estar debaixo da água. Todavia a água é parte da lei. Tudo o que fazemos com a lei, devemos fazer com a água, e uma vez que o crente não está debaixo da lei, não deve estar debaixo da água!
De uma mensagem pregada por
CLARENCE E. KRAMER
(Continua)
CLARENCE E. KRAMER
(Continua)



