
A guerra fria
Existe outra analogia que podemos fazer entre nós na Terra e os anjos no Céu, que é entre a “guerra fria” que aconteceu no século passado, entre duas fações lideradas pelos Estados Unidos da América e pela antiga URSS (atual Rússia) e a “guerra fria” que tem existido entre os anjos de Deus e os anjos decaídos desde a rebelião de Satanás. Esta é uma guerra natural, mas mantém-se “fria” porque Deus tem limitado o conflito.
Vemos como o arcanjo Miguel quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, "não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda” (Judas 1:9)
Outro exemplo encontra-se em Daniel 10, em que vemos uma situação semelhante à daqueles do tempo do muro de Berlim.
Daniel orava e lamentava-se a Deus há “três semanas” quando um anjo, presumivelmente Gabriel (cf. Dn 9:21) lhe apareceu e disse:
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Os santos anjos
Os santos anjos são aqueles que se mantiveram fiéis a Deus enquanto outros se juntavam a Satanás na sua rebelião. Por vezes encontramo-los congregados em grandes números.
No nascimento do nosso Senhor havia “uma multidão dos exércitos celestiais” (Lc 2:13). Na transfiguração, “uma nuvem luminosa” cobriu-O e aos Seus três apóstolos. Na Sua ascensão “uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos.” (At 1:9). No arrebatamento, seremos arrebatados “nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares” (1Ts 4:17). Finalmente, quando Ele regressar à terra para reinar, virá “com as nuvens” (Ap 1:7).
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