Deixa as fábulas!

“Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.” (Tito 1:13,14).

“Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.” (Tito 1:13,14).
“Em esperança da vida eterna, a qual Deus… prometeu antes dos tempos dos séculos” (Tito 1:2).

A maioria dos cristãos responderia a esta pergunta com um retumbante sim, mas a maioria dos crentes que compreendem bem o caráter da dispensação da graça de Deus responderia com um enfático não. Eles sabem que o povo de Israel vivia num reino (1 Sam. 24:20), e sabem que o Senhor nasceu “Rei dos Judeus” (Mat. 2:2) e que um dia governá-los-á no reino dos céus sobre a Terra. Eles raciocinam corretamente ao pensarem que um reino é governado por um rei, mas que os crentes hoje são membros do “Corpo de Cristo” (1 Coríntios 12:27), e um corpo é governado por uma cabeça. Uma vez que Cristo é a nossa Cabeça (Efésios 4:15), é fácil perceber porque alguns dizem que Ele não é o nosso Rei.
“Porque em tudo fostes enriquecidos n'Ele, em toda a palavra e em todo o conhecimento. (Como foi mesmo o testemunho de Cristo confirmado entre vós.)” 1 Coríntios 1:5,6

O seguinte foi uma resposta que demos a um amigo que perguntou se o batismo seria praticado novamente na futura Grande Tribulação.
Parece que o batismo na água desempenhará um papel nos termos da salvação durante o futuro dia do Senhor. Sabemos, por exemplo, que o Evangelho do Reino será pregado novamente, o que incluiu o batismo na água (Mateus 24:14 cf. Marcos 16:15,16). Quando o batismo foi praticado por João e os doze, foi para manifestar Cristo a Israel (João 1:31). Isso será novamente necessário durante o futuro período da Grande Tribulação após o Arrebatamento. Visto que Israel seria um reino de sacerdotes, era essencial que João Batista batizasse os israelitas crentes para o sacerdócio (Êxodo 19:5,6; 29:1-4; Isaías 61:6). Será necessário que isso continue também durante o tempo de angústia para Jacob. Como sabemos, no passado, o batismo na água simbolizava a purificação dos pecados de Israel. Embora este aspecto do rito da água seja substituído pelo entendimento de que o Israel crente será redimido pelo precioso sangue de Cristo, o batismo na água ainda será observado como uma expressão de fé na morte de Cristo.
É nossa firme convicção de que o batismo na água será novamente praticado quando Deus retomar o programa profético no dia do Senhor. Deus continuará exatamente onde Ele parou a profecia de Joel. O que testemunhamos nos capítulos 2 e 3 de Atos será restabelecido no início da Grande Tribulação.
Por Paul M. Sadler
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