"Sabemos que a maior parte da Igreja não pode passar pela Grande Tribulação; pois a grande maioria dela, durante os cerca de dois mil anos decorridos, já partiu para estar com Cristo, a fim de voltar com Ele na Sua Segunda Vinda. Eu gostaria que permitíssemos que a luz penetrasse profundamente nos nossos corações! Porque é que um pequeno número no final seria submetido a uma prova e tribulação que os restantes, incluindo os santos "carnais", escaparam completamente? (1 Coríntios 8)."
- William R. Newell
em O Livro do Apocalipse

Talvez não exista uma doutrina errónea que tenha sido mais prejudicial às almas dos filhos de Deus do que aquela professada pelos que supõem que a igreja de Deus passará pela "grande tribulação". Tal declaração subverte a revelação de Deus acerca da Igreja como corpo e noiva de Cristo, reduzindo o povo celestial ao nível de associações judaicas, e os priva de uma atitude de expectativa e anseio pela vinda de Cristo a qualquer momento. Tais pessoas mergulham em um ponto de vista político da vinda do Senhor, ao olharem para os acontecimentos em vez de olharem para a Sua Pessoa, ou ao se preocuparem mais com o aparecimento do anticristo do que com o de Cristo. Desta forma, as afeições, consciência e esperança da alma ficam seriamente danificadas por tal doutrina.
Entre a vinda do Espírito Santo e a volta do Senhor dos céus, Ele não colocou uma série de eventos que tivessem que se cumprir. Por isso nos é dito que os primeiros cristãos esperavam pelo Filho de Deus vindo dos céus.
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