Qual é o endereço de Satanás?

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     “… Himeneu e Alexandre… entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar.” (1 Timóteo 1:20)

      Quem eram este indivíduos, como eles estavam a blasfemar e o que significa quando se diz que Paulo os entregou a Satanás? Qual é o endereço de Satanás, afinal? Bem, parece haver mais do que um Alexandre na Bíblia, mas há apenas uma outra menção a um Himeneu:

     “E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto; os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns.” (2 Tim. 2:18)

     Se o nosso texto está a falar do mesmo homem ensinando o mesmo erro, parece que na altura em que Paulo escreveu essas palavras na sua segunda epístola a Timóteo, Alexandre havia aprendido a não blasfemar. Mas Himeneu evidentemente havia encontrado um novo parceiro num homem chamado Fileto. Esses novos “parceiros no crime” passaram a “[perverter] a fé de alguns" continuando a ensinar o erro de Himeneu, a saber, que “que a ressurreição era já feita”.

     Uma vez que a “perversão” de Sodoma envolveu a sua destruição completa (Gén. 19:24,25), a perversão da fé de um crente deve envolver o mesmo. Eu sei que destruiria a minha fé em Deus se eu pensasse que a ressurreição do Arrebatamento já aconteceu e eu fui deixado para trás, em vez de ter sido arrebatado para encontrar o Senhor nos ares com aqueles que estão vivos e permanecem até à vinda do Senhor como Deus prometeu (1 Ts 4:15-17).

     Em vez de permitir que a fé do povo de Deus fosse assim pervertida, Paulo prosseguiu no versículo seguinte argumentando que a ressurreição não poderia ter acontecido:

     “Todavia, o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus…” (2 Timóteo 2:19).

     Paulo respondeu ao erro de Himeneu declarando que o Senhor conhece aqueles que são Seus, pelo que então não há como Ele deixar qualquer crente para trás no Arrebatamento!

     Quando Himeneu e Alexandre começaram a ensinar o contrário, Paulo entregou-os a Satanás da mesma forma que disse aos coríntios para entregar um homem a Satanás (1 Cor. 5:5), colocando-o fora da comunhão da assembleia (v.2, 13). Isso pode soar duro, mas Paulo sabia que era a única maneira de Himeneu e Alexandre “[aprenderem a não blasfemar”.

     Quando pensamos em blasfémia, pensamos em amaldiçoar o nome de Deus (Lv 24:15,16), mas existem outras maneiras de blasfemar. Quando o rei da Assíria sugeriu que Deus não poderia libertar o Seu povo da maneira que havia prometido (2 Reis 18:33-19:2), Ezequias pronunciou isso como “blasfémia” (19:3). E esse é o tipo de blasfémia da qual Himeneu e o seu parceiro também eram culpados. Quando eles sugeriram que Deus não poderia libertar todos os membros do Corpo de Cristo no Arrebatamento, como Ele prometera nas epístolas de Paulo que faria, eles também estavam a blasfemar!

     Se és grato porque o Senhor Jesus Cristo no Arrebatamento planeia empregar a política de “não deixar ninguém para trás”, não te esqueças de que, depois de nos assegurar que “o Senhor conhece os que são Seus”, Paulo passou a dizer-nos como podemos expressar a nossa gratidão por essa certeza: “qualquer que profere o nome de Cristo, aparte-se da iniquidade” (II Tim. 2:19).

por Ricky Kurth

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