Qual é a nossa Grande Comissão? (XLII)

PAULO E A SUA COMISSÃO
O facto dos três termos empregues na chamada “grande comissão”, para indicarem o seu alcance mundial, serem também usados nas epístolas de Paulo em relação ao seu ministério, reveste-se de grande significado. Só que, enquanto os doze nunca foram com a sua mensagem a “todas as nações”, a “todo o mundo” ou a “toda a criação”, Paulo foi com a dele.
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLIII)

Qual é a nossa Grande Comissão? (XLIV)

A ADMIRÁVEL ENERGIA COM QUE PAULO PROCLAMAVA A GRAÇA
Aos Romanos o apóstolo escreve acerca da sua comissão do Senhor ascendido:
“Pelo Qual recebemos a graça e o apostolado, para a obediência da fé, entre TODAS AS GENTES (TODAS AS NAÇÕES), pelo Seu nome” (Rom. 1:5).
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLV)

O APÓSTOLO DIVINAMENTE EMPOSSADO
Mas mesmo reconhecendo-se os esforços organizados de Paulo para o envio do Evangelho aos “lugares ... além”, como é que um só homem pôde conseguir tanto? Que fonte de energia admirável o tomava de investida a investida; que o movia continuamente na proclamação do Evangelho da graça, mesmo apesar de ter uma grande falta de descanso muito necessário?
Qual é a nossa Grande Comissão? (XLVI)
A NOSSA RESPONSABILIDADE EM REACENDER A TOCHA
Anos mais tarde a Igreja começou a emergir das trevas e da superstição do Romanismo quando Lutero, Zwínglio, Calvino e outros se levantaram para restabelecerem a verdade Paulina. E, graças a Deus, ainda maiores avanços foram conseguidos com homens tais como Darby e Scofield, e mais tarde, J. C. O´Hair. Mas muito, muito mesmo, está ainda por fazer. Aqueles de nós que agora se encontram a laborar para levar a cabo a comissão que o Senhor glorificado nos deu, que desejam restabelecer e tornar conhecida a bendita mensagem de graça e de glória, terão de orar e de moirejar e de se afadigar e sacrificar como nunca antes para atraírem a atenção e impressionarem as massas indiferentes – incluindo os crentes carnais. Os líderes Cristãos que conhecem a verdade mas mantêm um silêncio discreto porque temem os homens ou “amam o louvor dos homens”, sim, e que falham em proclamar toda a verdade por “amor à diplomacia” – todos eles, terão de lançar fora os seus interesses egoístas se quiserem que a graça de Deus brilhe de novo com o seu verdadeiro grau de esplendor.
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