Romper com a tradição

Paul Sadler

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     O início da minha experiência cristã esteve intimamente identificada com uma igreja denominacional que defendia dogmaticamente a posição de Atos 2 como início da Igreja o Corpo de Cristo. Eles repousavam confortavelmente no leito da tradição, e usavam as suas mantas como cobertores de segurança para se isolarem da realidade da Palavra de Deus bem manejada. Porém, comigo foi um pouco diferente. Eu continuava a virar-me e a revirar-me e não conseguia dormir uma boa noite, espiritualmente falando. Algo estava errado na cama em que me encontrava, mas não conseguia identificar o problema. Quanto mais eu estudava e ensinava as Escrituras, mais inquieto me sentia.

     A tradição dizia: "Ensina e o que Jesus ensinou". Porém, Jesus ensinou: "Não ireis pelo caminho dos gentios ... Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel" (Mateus 10: 5,6). A tradição dizia: "Anda por onde Jesus andou". Porém, Jesus andou miraculosamente por onde nunca nenhum homem colocou os pés: "Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar" (Mt 14:25). A tradição dizia: "Obedece aos mandamentos de Jesus". Porém, Jesus ordenou: "E estes sinais seguirão aos que crerem: Em Meu nome expulsarão os demónios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão" (Marcos 16: 17,18). A tradição dizia: "A Igreja, o Corpo de Cristo, começou em Atos, capítulo 2, no dia de Pentecostes". Porém, a narrativa diz: "Saiba pois com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós [Israel incrédula] crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo [Messias de Israel" (Atos 2:36).

     Quando indiquei essas inconsistências aos que estavam na liderança espiritual nesse tempo, disseram-me delicadamente para não levar essas coisas tão a sério. Eles pensavam que era muito mais importante ganhar almas perdidas para Cristo do que preocupar-me com ninharias tão insignificantes. A Palavra de Deus insignificante? Que Deus nos livre de tal pensamento! Felizmente por amor a esses líderes religiosos não estamos a viver sob a anterior dispensação ou desceria fogo do do céu e os consumiria. Não é de admirar que a Igreja esteja em tal estado de confusão. Pouco depois desse encontro, o Senhor abriu graciosamente os olhos do meu entendimento para entender a revelação do Mistério.

- Paul Sadler



Arrependimento e graça

Cornelius R. Stam      Quando o pecador é convencido pelo Espírito Santo da gravidade do pecado e do juízo vindouro, e clama ao Senhor para que o salve, ele tem-se arrependido, é claro, ou mudado de ideia, como significa a palavra Grega. Muitos dos servos de Deus, no entanto, considerando apenas o facto de que os pecadores precisam de uma mudança de mente, concluem que a forma de produzir maiores resultados no seu ministério é realçar o arrependimento.
 

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Ultra-Dispensacionalismo

 

Robert B Shiflet

 

 

 

 

 

 

 


    Nunca encontrei ninguém que admitisse ser ultradispensacionalista. Nunca ouvi nem nunca li uma definição satisfatória de ultra-dispensacionalismo. Sei que a palavra tem um sinónimo, “hiper-dispensacionalismo”, e que o propagandista que delira em fazer uso da técnica efetiva do nome pode ter a sua escolha no prefixo grego “hyper”, ou no latino “ultra” para o atirar às suas vítimas. Estou ciente de que tais termos são espalhados promiscuamente por ensinadores Bíblicos que se situam em círculos conservadores, e são papagueados por milhares que simplesmente procuram posição entre os Fundamentalistas. Usualmente, um ultradispensacionalista é uma pessoa cujo sistema de interpretação dispensacional da Bíblia vai para além do nosso. Certamente que é esse o significado do prefixo “ultra”- além de. Se o leitor é um dispensacionalista, e o seu irmão dispensacionalista vai além, na sua interpretação dispensacional , do seu ponto de vista histórico, ou Escriturístico, naturalmente que ele é um ultra-dispensacionalista!   Mas gostaria de chamar a atenção para um outro ULTRADISPENSACIONALISMO, talvez mais fatal, que nos pode comprometer, e no qual podemos cair se não tivermos cuidado. Gosto de pensar nessa forma de ultra-dispensacionalismo como ULTRADISPENSACIOANLISMO PRÁTICO, para o contrastar do doutrinal. Garanto-lhe que se nos tornarmos culpados de qualquer das seguintes práticas, somos ultra no nosso ultradispensacionalismo, isto é, vamos além das Escrituras.

O Ultradispensacionalismo Prático! 

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É Hora de Despertar

Cornelius R. Stam     “E isto digo, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos, pois, as obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz.” (Romanos 13:12).


O dia e a noite nas Escrituras

     Alguns dos estudiosos e também conhecedores da Bíblia ensinam que o “dia” e a “noite” na passagem bíblica acima citada devem ser vistos do ponto de vista dispensacional. A noite do mundo, sugerem eles, veio com a queda do homem no jardim do Éden. Então, quando o nosso Senhor Jesus Cristo apareceu na terra o dia amanheceu, pois Ele era “a luz do mundo” (João 8:12). Mas o mundo, incluindo o “Seu próprio povo” rejeitaram-No, e a noite caiu novamente no momento em que Ele deixou a terra e ascendeu aos céus. O mundo não tornará a conhecer a luz do dia até que Ele volte para reinar na terra.

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A Bíblia

Tema abordado por Carlos Oliveira em 21 de agosto de 2026

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Três coisas que me ajudam

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Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:8

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