A PRESENTE VERDADE (VIII)

A PRESENTE VERDADE
Pedro confirmou assim as boas notícias da graça de Deus confiadas a Paulo como “a presente verdade”.
No passado Pedro tinha proclamado apenas o trono, a coroa, o reino, de Cristo; agora regozijava-se na “pregação da cruz” de Paulo. No passado tinha conhecido apenas o propósito profético de Deus; agora tinha pelo menos começado1 a folgar com “o mistério” e a interrupção graciosa de Deus do programa profético. No passado apenas tinha proclamado “o Evangelho do reino”; agora deleitava-se no “Evangelho da graça de Deus” de Paulo!
Se é tocante ver como Pedro abre ambas as suas epístolas com o desejo que graça e paz sejam multiplicadas aos seus leitores; se é significante que na sua segunda saudação ele diga: “Graça e paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus, e de Jesus nosso Senhor”, então é mais tocante e significante observar como ele termina os seus escritos:
“ANTES CRESCEI NA GRAÇA E CONHECIMENTO DE NOSSO SENHOR E SALVADOR, JESUS CRISTO. A ELE SEJA DADA A GLÓRIA, ASSIM AGORA, COMO NO DIA DA ETERNIDADE. AMÉM” (2 Pedro 3:18).
Estas são as últimas palavras registadas de Pedro, e dificilmente poderiam declarar mais claramente ou mais enfaticamente que “a presente verdade”, a verdade que deve ser hoje proclamada, não é “o Evangelho do reino”, mas o “Evangelho da graça de Deus”, aquela gloriosa mensagem que Paulo, por inspiração divina, denomina: “… o meu Evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério …” (Romanos 16:25).
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1 Ver 2 Pedro 3:16.
- Cornelius R. Stam
(FIM)
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