
Uma palavra de encorajamento e ânimo aos confinados
O confinamento não é nada novo, ao contrário do que alguns pensam. O Apóstolo Paulo esteve confinado vários anos atrás de grades e não ficou desesperado e deprimido. Bem pelo contrário, disse, "Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos" (Fil. 4:4).
Curiosamente ele disse "sou prisioneiro de Jesus Cristo" (Efé. 3:1), não de Nero, não de Roma. E nós não somos prisioneiros do vírus, nem do ministério da saúde, nem do governo, ou do que quer que seja. Somos com muita alegria prisioneiros de Jesus Cristo. E a coisa mais maravilhosa, como Paulo disse, apesar de ele estar preso, é também nós podermos dizer, de modo semelhante, que "a Palavra de Deus não está presa" (2 Tim. 2:9), sendo um enorme privilégio anunciá-la. Ânimo, pois, e desfrutemos do momento, capitalizando-o, pois, como ele "quero irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do Evangelho" (Fil. 1:12). 🙂
- C. M. O.

Num dos fragmentos da colectânea Pensamentos, o matemático, físico e filósofo Blaise Pascal (1623-1662, foto ao lado) apresentou o que se conhece hoje como a aposta de Pascal. Trata-se de uma proposta de decisão, colocada na forma de uma aposta incontornável, isto é, da qual ninguém pode fugir. Esta aposta pode ser resumida da seguinte forma:
Como alguém que escolhe ser cristão pode perder? Se, ao morrer, constatar que Deus não existe e sua fé foi em vão, não perdeu nada - pelo contrário, viveu uma vida com mais percepção de sentido e esperança do que um descrente. Se, no entanto, há um Deus e um Céu e um Inferno, então ganhou o Céu, ao passo que um descrente perdeu tudo.
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