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Evangelização




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Identificação

Quem Somos




O nome da igreja que somos tem suscitado alguma curiosidade junto das pessoas em geral. Entendemos que o nome escolhido deveria traduzir os ensinamentos da Bíblia, partindo do princípio de que deveríamos ser reconhecidos pela localidade onde estamos inseridos e não por nenhum título denominacional. 

Normalmente, as pessoas têm a tendência para fazer alguns juízos sobre a nossa génese e aquilo que procurámos fazer foi encontrar um nome que, por um lado, permitisse responder ao que as pessoas questionam e, por outro lado, salvaguardasse a verdade bíblica.

Como a Bíblia diz: «...o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus e, qualquer que PROFERE O NOME DE CRISTO, aparte-se da iniquidade» (2 Timóteo 2:19). É este o nome que a Bíblia recomenda que seja proferido e é este o nome que proferimos - CRISTO. Trata-se de um nome tão grande que não deixa espaço para qualquer outro nome. «Nós pregamos a CRISTO ...» (1 Coríntios 1:23). Não nos pregamos a nós mesmos. Que importaria o nosso nome a quem quer que fosse? Nós somos todos pecadores. Porém, o nome de Cristo importa-nos a todos. É por Ele, e apenas por Ele, que podemos ser salvos, e é por isso que O anunciamos como Salvador exclusivo, único.

Não somos uma religião no sentido tradicional do termo, visto não praticarmos ritos nem cerimoniais, nem crermos que a salvação se obtenha por boas obras efectuadas pelo ser humano, mas tão somente por meio da fé na obra expiatória salvífica realizada pelo Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário.

Para efeitos legais, e seguindo o modelo bíblico, a igreja tem apenas o nome da localidade onde está inserida: «A Igreja em Quinta do Conde». Era assim que as igrejas, no princípio, eram conhecidas, - pela localidade -, e é assim que queremos ser igualmente conhecidos. Lemos na Bíblia acerca da Igreja em Roma, da Igreja em Corinto, da Igreja na Galácia, da Igreja em Éfeso, da Igreja em Filipos, da Igreja em Colossos, da Igreja em Tessalónica, entre outras (Cf. Romanos 1:6; 1 Coríntios 1:2; 2 Coríntios 1:1; Gálatas 1:2; Efésios 1:1; Filipenses 1:1; Colossenses 1:2; 1 Tessalonicenses 1:1; 2 Tessalonicenses 1:1). A igreja é só uma. A atribuição de nomes denominacionais é sectarismo, e isso rejeitamos em absoluto, alinhados pela Palavra de Deus (1 Coríntios 1:12,13; 3:3-7).

11-04-17 - A Reforma ainda não acabou, assegura John MacArthur

John Mac Arthur

     Prestes a completar 500 anos, a Reforma Protestante ainda não acabou. É o que afirmou o conhecido pastor e escritor John MacArthur durante a Conferência Nacional Ligonier, realizada em Orlando, Estados Unidos.

     Durante uma palestra a pastores de várias partes do país, ele assegurou que a luta de Martinho Lutero, percursor da Reforma no século XVI, continua até ao dia de hoje. Disse ainda que “a batalha pelo Evangelho continua em andamento”.

     “O Evangelho sem fraude não foi resolvido há 500 anos, mas estabelecido há 2000 anos. Mesmo assim, continuamos a chamar a igreja professa a permanecer fiel à verdade”, disse MacArthur aos presentes.

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10-04-17 - Uma das maiores igrejas da Grã-Bretanha torna-se casa de espetáculos

Igreja da Santíssima Trindade de Hull,

     A reforma da nave da Igreja da Santíssima Trindade de Hull, na Inglaterra, deverá custar cerca de 5,280 milhões de euros. O prédio tem 800 anos e possui uma longa história, tendo resistido a bombardeios nas duas grandes guerras mundiais. Os seus bancos, herança do período vitoriano, serão retirados. O objetivo é criar mais espaço para que as pessoas fiquem de pé.

     Não, os cultos dominicais não estão cheios. O prédio da maior igreja da Grã-Bretanha, construído no século 14, tornar-se-á uma casa de espetáculos. Em breve os louvores e o órgão de tubos serão trocados pelo som das guitarras e as luzes multicoloridas dos shows por música pop.

     Os cristãos que frequentavam o local não estão satisfeitos com as reformas polémicas na igreja localizada em Hull, que tem envergadura de uma catedral. Mas os funcionários alegam que as mudanças eram necessárias para evitar a falência.

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09-04-17 - Cristãos recebem imigrantes dizendo que “Jesus sabia o que era ser um refugiado”

Refugiados Sírios

     Cristãos da Inglaterra estão convictos de que “…existe um forte mandamento bíblico para as igrejas acolherem os refugiados”. Por igrejas, eles referem-se à própria casa onde moram. Justificando que “Jesus Cristo sabia o que era ser um refugiado”. Samuel Yung, porta-voz de uma comunidade de igrejas cristãs comprometidas com a missão de acolher os imigrantes sírios, explica a relação entre os imigrantes atuais com a vida de Cristo:

     “Jesus e sua a família fugiram para uma terra estrangeira, no Egito, e sobreviveram a uma matança em massa de bebés ordenados pelo ditador Herodes. Mas eles viviam como refugiados. Eles perderam suas casas, ligações com a família e amigos. E eles dependiam da hospitalidade de estranhos em uma terra estrangeira.”, disse Yung.

     Yung não acredita apenas numa correlação histórica de acontecimentos, mas em um fundamento bíblico que segundo ele é um mandamento de Deus, ordenando para que os cristãos acolham os imigrantes. Assim, diz ele:

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