Na atualidade são ouvidas nas igrejas cada vez menos pregações sobre o julgamento do ser humano após a morte. O excesso de liberalismo e relativismo teológico, em função de querer agradar a todos e suavizar a mensagem do Evangelho aos ouvidos mais sensíveis, fez com que muitos pregadores deixassem de alertar, por exemplo, sobre a realidade do inferno.
O pregador e evangelista Ray Comfort, no entanto, autor de pelo menos 80 livros cristãos, escreveu um artigo recentemente alertando para a necessidade da igreja voltar a ensinar sobre o destino do espírito humano após a morte.
“Ainda somos crianças no entendimento quando se trata do que a Bíblia chama de ‘o rei dos terrores’ citado em Jó 18:14. Essa é a maneira bíblica de descrever o maior pesadelo que o ser humano pode ter de enfrentar – do qual nunca acordará. É a nossa morte”, escreveu o pastor.
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"Eutanásia" significa literalmente "morrer bem": isto é, ter morte suave e fácil. A palavra foi introduzida com este significado no século XVII. Essa passagem suave e fácil deve ser o desejo e o objetivo de todo médico que trata um paciente terminal. No entanto, como muitas outras palavras no dicionário, o seu significado através do tempo mudou - ou, talvez, alargou – e tem vindo a aplicar-se ao término deliberado de vida de uma pessoa que sofre de uma doença angustiante ou irremediável ou deficiente. Tem sido até usada para o assassinato intencional de pessoas tão deficientes mental ou fisicamente, que não são consideradas de valor para a sociedade. Tais ações deveriam, é claro, ser condenadas tanto por Cristãos como por não-cristãos.
Neste estudo a nossa consideração será restrita ao término da vida de uma pessoa que sofre de uma doença dolorosa, incapacitante ou incurável, que pessoalmente solicita o término da sua vida. Tais situações ocorrem com frequência na prática de muitos médicos e exigem algumas das decisões mais difíceis na medicina.
Ler mais …Eutanásia ou “Golpe de Misericórdia”