Falácias do ateísmo (8)

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3. Não há evidências da existência de Deus.

     Não? Só um cego não vê, e não há maior cego do que aquele que não quer ver.

     Ora, vejamos então:

     A Bíblia, a Palavra de Deus, provavelmente a maior evidência da existência de Deus, pois só quem não a lê e estuda é que não vê que não se trata de um mero livro humano, mas claramente divino, diz que "... as Suas [de Deus] coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu eterno poder, como a Sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis [ou, sem desculpa]" (Romanos 1:20). E, de facto, as coisas existentes revelam bem o seu Criador. Afinal, todo o efeito tem uma causa.

     Pensemos apenas em alguns pequenos exemplos que o comprovam.

     Consideremos a massa e o tamanho do planeta em que fomos colocados. Tem o tamanho e massa exatamente certos. Se a terra fosse dez por cento maior ou dez por cento menor, a vida seria impossível sobre a face da terra. Além disso, também a distância do sol é a distância certa, pois é por isso que recebemos a quantidade certa de luz e de calor. Se estivéssemos mais afastados iríamos congelar e se estivéssemos mais perto (como Vénus ou Mercúrio) não sobreviveríamos. Consideremos a inclinação do eixo da terra. Nenhum outro planeta tem o seu eixo inclinado assim - 23 graus. Esse ângulo dá condições para que todas as partes da terra sejam lentamente atingidas pelos raios solares, como um frango que está a ser assado numa churrasqueira. Se não houvesse essa inclinação no eixo terrestre os pólos acumulariam uma imensa massa de gelo e as partes centrais, expostas continuamente ao sol, seriam quentes demais.

     Outro aspecto surpreendente do nosso relacionamento no sistema solar é a existência da lua. Muitas pessoas não reconhecem o facto de que sem a lua seria impossível viver neste planeta. Se alguém conseguisse arrancar a lua da sua órbita, toda a vida cessaria no nosso planeta. Deus deu-nos a lua como uma criada para limpar o oceano e as praias de todos os continentes. Sem as marés originadas por causa da lua, todas as baías e praias se tornariam em poços fétidos de lixo e seria impossível viver perto delas. Devido às marés, ondas contínuas quebram-se sobre as praias, promovendo a aeração dos oceanos da terra, provendo de oxigénio as águas para a sobrevivência do plânton, que é a base da cadeia de alimentos do mundo. Sem o plânton não haveria oxigénio e o homem não poderia viver sobre a face da terra. Deus fez a lua do tamanho certo e colocou-a à distância exacta da terra para realizar essas outras numerosas funções.

     Existe também a maravilha da atmosfera terrestre. Vivemos sob um imenso oceano de ar - 78% de nitrogénio, 21% de oxigénio e mais 1% constituído de quase uma dúzia de outros elementos. Os estudos espectrográficos de outros planetas dos sistemas estelares do universo demonstram que não existe outra atmosfera, nenhuma parte do universo conhecido que seja feita desses mesmos ingredientes, nada com uma composição parecida. Estes elementos não estão combinados quimicamente, mas são misturados mecanicamente de modo contínuo, pelo efeito tipo maré causado pela movimentação da lua. É o mesmo efeito causado nas águas dos mares e quase sempre a mesma quantidade de oxigénio. Embora o homem descarregue uma tremenda quantidade de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, isso é absorvido pelos oceanos e o homem pode assim continuar a viver neste planeta. Se a atmosfera não fosse tão espessa ou alta como ela é, nós seríamos esmagados pelos bilhões de pedaços do lixo cósmico e de meteoritos que caem continuamente sobre o nosso planeta.

     Consideremos também o fantástico ciclo do nitrogénio. O nitrogénio é um elemento extremamente inerte - se não fosse, nós seríamos todos envenenados por diversos compostos de nitrogénio. No entanto, por ser inerte, é impossível combiná-lo naturalmente com outros elementos. O nitrogénio é de vital importância para as plantas sobre a terra. Como é que Deus faz para transferir o nitrogénio do ar para o solo? Ele usa os relâmpagos! Cerca de cem mil raios ferem o solo diariamente, criando anualmente cem milhões de toneladas de nitrogénio útil como alimento das plantas.

     A 60 quilómetros de altura existe uma camada fina do ozono. Se essa camada fosse comprimida, seria reduzida a uns seis milímetros de espessura, e no entanto sem ela não haveria vida sobre a face da terra. Oito tipos de raios mortíferos caem sobre a terra continuamente, provenientes do sol; sem essa camada de ozono, nós seríamos queimados, ficaríamos cegos, seríamos torrados em um ou dois dias. Os raios ultra-violetas são de duas qualidades: os raios mais longos, que são letais, são rechaçados, e os raios mais curtos, que são necessários à vida na terra, são admitidos pela capa do ozono. E além disso, a camada de ozono permite a passagem do mais mortífero dos raios, mas em quantidade mínima, apenas o suficiente para matar as algas verdes, que de outra forma cresceriam e encheriam os lagos, rios e oceanos do mundo.

     Quão pouco lamentavelmente reconhecemos o que Deus está continuamente a fazer para nos prover a existência. Podemos ver que vivemos sob a cobertura de uma fina camada de ozono que nos protege de um bombardeio de raios que não vemos, mas que constantemente caem sobre as nossas cabeças. Debaixo de nossos pés existe uma fina crosta de rocha, mais fina que a casca da maçã, comparativamente. Sob essa camada está a lava derretida que forma o núcleo do nosso planeta. O homem vive, portanto, entre os ardentes e enegrecedores raios em cima e a lava derretida em baixo: qualquer um dos dois seria capaz de torrá-lo. Mesmo assim o homem vive totalmente alheio ao facto de que Deus arranjou as coisas de modo a ser possível ao homem viver neste mundo.

     Nos seres humanos há muitas coisas que nos dizem que fomos criados por Deus. A nossa vida baseia-se no sangue que corre nasnossas veias. O maravilhoso glóbulo vermelho, criado na medula óssea, desprende o seu núcleo quando atinge a corrente sanguínea. Para qualquer outra célula isso significaria a morte, algo como retirar o coração do homem. O glóbulo vermelho tem a forma semelhante a um pneu, ou a uma rosquinha, com uma ténue membrana a atravessar-lhe o vão interno. Sem o seu núcleo ele é capaz de carregar mais oxigénio para o corpo, devido a essa membrana e à sua forma. Se ele tivesse a forma das demais células, seria necessária uma quantidade nove vezes maior para prover oxigénio para o corpo humano.

Não resistimos citar aqui a maravilha das maravilhas: o olho humano! Como pode alguém observar o olho humano e admitir que ele surgiu por acaso? Os evolucionistas dizem-nos que onde houver uma necessidade a natureza vai providenciar o que é necessário. Podes imaginar que nós precisávamos da visão? Ninguém nunca tinha visto nada, mas havia necessidade de se ver alguma coisa. Então a natureza criou o olho. Imagina, criou dois olhos no plano horizontal, de tal modo que não apenas podemos ver, mas temos também um telémetro que determina as distâncias. Já imaginaste o que acontece com as tuas lágrimas que continuamente fluem pelo teu olho?

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     O Dr. William Paley escreveu uma obra clássica intitulada Teologia Natural, na qual ele discute o olho. "A fim de conservar o olho humedecido e limpo - qualidades necessárias ao seu brilho e para poder ser utilizado - ele é lavado constantemente por meio de uma secreção destinada a esse fim; e a salmoura excedente é levada para o nariz, através de uma perfuração no osso, da grossura de uma pena de ganso. Quando a secreção chega ao nariz, ela espalha-se sobre a superfície interna da cavidade nasal e é evaporada pela passagem do ar quente que o curso da respiração lança continuamente sobre ela... É fácil perceber-se que o olho deve precisar de humidade; mas poderia essa necessidade do olho gerar a glândula que produz a lágrima, ou cavar o orifício por onde ela é descarregada - um "buraco nosso?" Que o pseudo-ateu ou o evolucionista nos diga quem cavou o nosso buraco e colocou ali o encanamento para dispersão das nossas lágrimas. Sir Charles Scott Sherrington, famoso fisiologista inglês de Oxford, que escreveu uma obra clássica sobre o olho, disse: "Por detrás do intrincado mecanismo do olho humano há vislumbres assombrosos de um plano-mestre." Quando confrontado com a escuridão, o olho humano aumenta cem mil vezes a sua capacidade ver. A câmara mais admirável jamais feita nem sequer vagamente se aproxima de uma coisa tal, mas o olho humano faz isso automaticamente. Além disso, o olho humano encontra o objecto que "ele" quer ver e focaliza-o automaticamente. Ele alonga-se e comprime-se a si mesmo. Ambos os olhos, ao movimentarem-se juntos, tomam ângulos diferentes para se fixarem naquilo que se há-de ver. Quando o olho estava pronto para criar-se a si mesmo, teve também a previsão de proteger-se e construiu-se debaixo da saliência óssea, e também providenciou um nariz sobre o qual poderiam ser pendurados os óculos, que a maioria de nós precisa. E providenciou também uma maneira de poder se fechar, afim de se proteger contra objectos estranhos.

     Finalmente, poderíamos mencionar a incrível mente humana. Sir Henry Fairfield Osborn, o famoso antropologista moderno, disse: "Para mim, o cérebro humano é o mais maravilhoso e misterioso objeto de todo o universo." Pesando apenas cerca de um quilo e meio, ele é capaz de fazer o que 500 toneladas de equipamentos eléctricos e electrónicos não podem fazer. Contendo cerca de 10 a 15 bilhões de neurónios, cada um deles um organismo vivo em si mesmo, ele realiza façanhas que intrigam a própria mente." O Dr. H. M. Morris disse: "Portanto, os homens que rejeitam ou ignoram a Deus fazem-no não porque a ciência ou a razão requeiram que o façam, mas pura e simplesmente porque querem fazê-lo."
As Escrituras dizem: "E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento perverso ..." (Romanos 1:28).

     Eu creio em Deus. No entanto, crer nele não basta, pois até o Diabo crê em Deus e estremece. É preciso não apenas crer que Deus existe, mas também crer que Ele encarnou no Senhor jesus Cristo e Jesus morreu pelos nossos pecados. Precisas de crer n'Ele como teu único e suficiente Salvador, como diz a Bíblia, a Palavra de Deus. Precisas de confiar na morte substitutiva do Senhor Jesus Cristo com o fim de te salvar. Se não fizeres isso, terás que enfrentá-Lo como Juiz sendo condenado por Ele ao inferno pra sempre. A Bíblia diz: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo" (Atos 16:31).

 

Sabe mais:
Falácias do ateísmo (1)
Falácias do ateísmo (2)
Falácias do ateísmo (3)
Falácias do ateísmo (4)
Falácias do ateísmo (5)
Falácias do ateísmo (6)
Falácias do ateísmo (7)



Falácias do ateísmo (7)

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3. Se Deus existe porque há tanto sofrimento?

     O sofrimento que existe, oriundo doenças, morte, tsunamis, terramotos, guerras, etc., qualquer que seja a sua origem, a verdade seja sita e reposta, ocorre por culpa do homem e não de Deus. Por conseguinte, tal argumento é um verdadeiro embuste. Desde a primeira hora que Deus preparou o melhor para o homem, um verdadeiro paraíso (Génesis 2:15). Porém o homem fez uma má escolha, estando pré-avisado de que essa má escolha lhe traria sofrimento e morte (Génesis 2:16; 3:16-19). Como se tal não bastasse, para resumir, o Senhor Jesus Cristo veio a este mundo, em graça (favor imerecido), estabelecer um reino de perfeita justiça e paz, sem guerras, nem doenças, nem sofrimento, nem morte, porém os homens disseram: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lucas 19:14). Não é pois legítimo, sério, justo, atribuir a Deus o ônus do problema. O sofrimento existe por exclusiva culpa e responsabilidade do homem. 

Note-se, porém, o seguinte: apesar da reincidência do homem, Deus continua a querer salvá-lo, mas na sua impertinência e insolência, o homem continua a rejeitá-Lo e, pasme-se, a atribuir-Lhe a culpa daquilo de que só ele é culpado. E assim temos o triste e lastimável espetáculo ridículo do homem rejeitar uma salvação que não merece, e depois reclamando de um castigo que merece.

Se porventura és um pseudo-ateu, depõe as armas do teu orgulho que te cega, pois só te estás a ferir a ti próprio e a magoar-te a ti mesmo.

Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo" (Atos 16:31).
 

Sabe mais:
Falácias do ateísmo (1)
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Falácias do ateísmo (5)
Falácias do ateísmo (6)



Falácias do ateísmo (6)

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3. Se Deus é todo-poderoso, porque é que há coisas impossíveis para Ele?

     Deus pode criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la?

     Se a resposta for SIM, Deus não seria todo-poderoso, pois Ele não teria o poder de levantar a pedra em questão.

     Se a resposta for NÃO, Deus também não seria todo-poderoso, pois haveria pelo menos uma coisa que Ele não poderia fazer: criar a referida pedra.

     Este é o famoso Paradoxo da Omnipotência. Ou seja, de qualquer maneira, teríamos um Deus que não seria todo-poderoso e, portanto, que não seria realmente Deus, já que a omnipotência é uma das características essenciais de Deus.

     Se entendemos que Deus é criador do Universo, como é que Ele não poderia criar uma pedra como esta da pergunta?

     Geralmente quem usa esse Paradoxo da Onipotência, não conhece o verdadeiro conceito da omnipotência de Deus. As pessoas geralmente pensam que o facto de Deus ser todo-poderoso (omnipotente), representa a sua capacidade de fazer qualquer coisa que queira. Mas não é assim!

     Qualquer pessoa tem a capacidade de fazer algumas coisas que Deus não pode fazer e nem por isso somos omnipotentes.

     Eis alguns exemplos de coisas que podemos fazer mas o Deus todo-poderoso não pode: pecar, mentir, trapacear, enganar, fazer o mal, ser incoerente, entre outros.

     Logicamente não estamos a sugerir sequer que alguém faça alguma destas coisas, mas é um facto que temos o poder de fazê-las se quisermos, porém, não Deus.

     Mas, então, como é que podemos dizer que Deus é omnipotente se Ele não pode tudo?

     Dizemos isso porque o conceito de omnipotência de Deus não é poder fazer tudo, mas sim poder fazer tudo o que não seja contrário à Sua natureza, à sua Palavra, ou ao Seu caráter.

     E o que isso tem a ver com a a questão da pedra acima?

     Conforme vimos, a coerência faz parte da natureza de Deus. Porém, alguém pode questionar: “Ok, entendi que Deus é coerente e que isso emana da Sua natureza, mas Ele não poder criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la, seria algo incoerente?”

     Sim, seria uma grande incoerência, pois isso é uma falácia do raciocínio. A falácia está em considerar que algo finito (pedra) poderia limitar um Ser infinito (Deus). Ou seja, a falácia da pergunta decorre de misturar na mesma categoria categorias diferentes: finito e infinito.

     Por outras palavras, Deus não pode criar uma pedra que Ele mesmo não possa levantar, mas isso não tem nada a ver com ausência de omnipotência. Supor que um ente finito limitaria o poder de um Ser infinito seria contrário a lógica, seria incoerente, e, portanto, contrário à natureza de Deus.

     Outro exemplo bem simples é sugerir que Deus pode criar um quadrado redondo, o que é logicamente impossível, pois estamos diante de categorias diferentes, portanto se não é lógico, não é algo que Deus possa fazer e nada O desmerece na Sua omnipotência.

 

Conclusão

     Como a omnipotência divina é fazer tudo o que seja de acordo com a natureza de Deus, d'Ele não se pode esperar que faça algo contrário à mesma.

     O vídeo s seguir também explica um pouco essa questão, mas com foco na relação entre a omnipotência de Deus e a nossa liberdade de escolha (livre-arbítrio). Não deixes de o ver - é curto:

Sabe mais:
Falácias do ateísmo (1)
Falácias do ateísmo (2)
Falácias do ateísmo (3)
Falácias do ateísmo (4)
Falácias do ateísmo (5)



Falácias do ateísmo (5)

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3. O Deus da Bíblia é Injusto. Um Deus que cria o inferno, que castiga transgressões temporais com uma condenação eterna, é injusto.

     Dizem os pseudo-ateus que não há proporcionalidade entre o crime e o castigo, que um delito cometido nesta vida não pode merecer a punição eterna, que é injusto uma vida finita de pecado ter uma punição infinita, em suma que a punição, para ser justa, não deveria ser para sempre.

     Será? Analisemos bem, e veremos mais uma falácia da argumentação aparentemente lógica do ateísmo.

     O grau da JUSTA punição aceite por toda a nossa sociedade NUNCA é proporcional ao tempo tomado na execução do delito. O assassino que perpetra o crime em escassos segundos não é justamente punido por longos anos? O que vemos neste exemplo prático aceite por todos?

     Os crimes contra a pessoa são considerados os crimes mais graves pelo legislador, e os mais graves dentre eles são os chamados crimes contra a vida.

     Vemos que a JUSTA punição É PROPORCIONAL À GRAVIDADE DO ACTO.

     É assim que também se percebe como um homicídio perpetrado contra um Presidente da República é mais grave que um homicídio cometido contra um vulgar cidadão. A pena é agravada. E muitíssimo mais grave e muitíssimo mais agravada é a ofensa a Deus.

     Ora, o que podemos classificar de pecado SUPREMO, devido a ser cometido contra quem é SUPREMO, requer punição SUPREMA.

     As pessoas, infelizmente não têm a noção da grandeza de Deus e por conseguinte da gravidade do pecado cometido contra Ele.

     No entanto, apesar deste quadro, Deus não tem prazer na morte do ímpio, e tudo fez para evitar que este caia no inferno, através do sacrifício do Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário. Já creste n’Ele como teu Salvador? Só vai parar ao inferno quem quer.
 

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Falácias do ateísmo (1)
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Falácias do ateísmo (6)
Falácias do ateísmo (7)



Falácias do ateísmo (4)

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3. Os Cristãos só acreditam em Deus porque nasceram numa cultura Cristã. Se eles tivessem nascido na China, eles seriam ateus.

     Será? Eis-nos perante mais uma falácia. Como, então, se explica, entre infindáveis exemplos que poderiam ser aqui multiplicados, que o filho da maior ateia de sempre nos EUA se converteu e é hoje pregador do Evangelho da graça de Deus?

     Madalyn O'Hair atraiu pela primeira vez a atenção nacional dos EUA em 1960 quando processou a direção da escola de Baltimore por esta requerer que o seu filho mais velho, William, na altura com quatorze anos, dissesse orações na escola. O caso subiu ao Supremo Tribunal, e em 1963 as orações foram banidas nas escolas públicas em todo o país (EUA). Esta decisão relançou o movimento ateu nos EUA.

     Como se explica que o seu filho mais tarde se tenha convertido a Deus e se tenha num grande promotor da causa divina? Como se explica que o ambiente ateu vincado em que ele viveu não impediu que Ele conhecesse Deus?

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