Jamais foram encontrados povos ateus

Cruzada evangelistica

     Todos os grandes estudiosos das religiões, em todos os tempos e entre todos os povos, confirmam que a crença na existência de Deus é universal. Nunca existiram povos ateus.

     O moralista e historiador grego Plutarco(45-125 d.c.) costumava dizer que “é possível encontrar cidades sem muralhas, sem ginásios, sem leis, sem moedas, sem cultura literária; mas um povo sem deus, sem orações, sem juramentos, sem ritos religiosos, sem sacrifícios, jamais foi encontrado.”

     O teólogo holandês C. P. Tiele (1830-1902), no seu manual de História Comparada das Antigas Religiões, diz que “a afirmação de povos ou tribos sem religião repousa ou em observações inexatas, ou numa confusão de ideias. Nunca se encontrou tribo ou nação que não acreditasse em um Ser superior; os viajantes que afirmaram o contrário foram depois desmentidos pelos factos”.

      Tanto os antigos missionários, que partiram para evangelizar os mais longínquos recantos da Terra como também os exploradores de regiões desconhecidas depararam-se com a ideia de um Ser Supremo espalhada entre os povos. No livro Uma Introdução para a História das Religiões, Frank Byron Jevons (1858-1936) cita oito autores especializados no assunto para confirmar que nunca foi encontrada qualquer tribo destituída da ideia da existência de Deus.

     Na Índia, entre 1.500 e 600 a.C., os VEDAS eram livros cujos autores pertenciam às classes dos arianos. Nessas obras há hinos religiosos, orações, descrições de ritos e cerimónias e também sobre fenómenos naturais hoje estudados pelas ciências. No Rigveda, diz de uma classe sacerdotal firmemente estabelecida que mediava o enfraquecimento da fé, da qual já não se atribuía aos deuses, como VERUNA, a autoria dos fenómenos particulares. Os líderes religiosos passou a ensinar que o próprio VERUNA, AGNI e INDRA não eram senão nomes dados às manifestações de um Ser Supremo. Desse Ser Supremo, eles disseram que surgiram as coisa do mundo, de realização de potencia, inerente a mesma natureza do Ser.

     Em qualquer lugar que se fale uma língua humana, por mais inculta e pobre que seja, nela sempre aparecerá um nome: Deus. Ora, não há dúvida que se pode falar de uma consciência coletiva da ideia de um Deus. Aristóteles já dizia que “o que é inerente à essência, é universal: tudo quanto o homem tem instintivamente por verdadeiro, é uma verdade natural”.

     Por esse motivo o ateísmo, ou seja, a negação da existência de Deus resulta de uma particular negação deliberada, um fenómeno isolado e nunca a expressão geral da humanidade. Podemos afirmar que o ateísmo, essa epidemia que vem contaminando ao longo dos séculos o espírito de milhões de seres humanos, é uma espécie de cancro que nasce no coração de indivíduos soberbos, uma posição vaidosa, uma decisão precipitada, superficial e, em muitos casos, uma fuga. Porém, devemos também considerar que muitos se declaram ateus por jamais terem sido eficientemente alcançados pela reveladora c transformadora mensagem de Jesus Cristo.

     Fechamos aqui com orações feita por um grupo muito antigo, chamado olgonquinos, que viveu na America do Norte. O achado foi encontrado por arqueólogos missionários.

     "Ó Grande Espírito, que te achas no azul central, que moras acima das estrelas que nunca morres, que tens tua casa no sol, nós te invocamos; dá-nos a vida, nós te invocamos; dá-nos a água de que necessitamos!".

     E por último, eis o que diz o renomado antropólogo Armando de Qualtefages (1810-1892) na 4ª parte do seu livro A Espécie Humana: “Obrigado pelo meu magistério a passar em revista todas as raças humanas, procurei o ateísmo entre as mais degradadas e as mais elevadas. Não o encontrei em lugar nenhum, a não ser no estado individual... O ateísmo só existe em estado errático. Tal o resultado de uma investigação que posso chamar conscienciosa, e que comecei muito ames de subir à cátedra de Antropologia”.

     O ateísmo, em muitos casos, nada mais é do que uma revolta aos escândalos religiosos. Na verdade, o testemunho religioso, em muitos casos, tem induzido a uma descrença religiosa, não em Deus, mas nas organizações.

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