Era noite quando ...
• Abraão foi convidado por Deus a contar as estrelas do firmamento e soube que a sua descendência seria assim.
• O rei Assuero foi recordado de que havia um homem a recompensar.
• Abraão foi convidado por Deus a contar as estrelas do firmamento e soube que a sua descendência seria assim.
• O rei Assuero foi recordado de que havia um homem a recompensar.
Quando Deus, depois da queda, amaldiçoou a terra por causa do pecado do ser humano, Ele disse que desde então ela produziria espinhos e cardos e que Adão comeria o seu pão no suor do seu rosto (Gn 3:17-19). Desde aquele dia, os cardos e espinhos são uma figura da maldição do pecado que paira sobre a criação, e das pessoas caracterizadas pelo pecado.
Por Stephen F. Olford
O Dr. James Little relata a história do avivamento de 1857 na cidade e região de Nova Iorque.
Havia um homem cuja alma, no que tinha de mais íntimo, palpitava de profundo anseio pela operação do Espírito naquela grande cidade. O território espiritual que o cercava era árido e seco, e o seu brado era: «Faz-nos regressar outra vez do cativeiro. Senhor, como as correntes no sul» (Salmo 126.4).
Temos aqui algum perigo de cairmos num Cristianismo envergonhado e mole, sob o apelo de uma teologia etérea (irreal) e arrogante. O Cristianismo nasceu para ser resistente; não uma planta exótica, mas, sim, uma planta forte, imune ao frio, rodeada por um vento cortante; não lânguida (frouxa), nem infantil nem cobarde.
Uma igreja pode ser um navio de cruzeiro ou um navio de guerra.
Num navio de cruzeiro, todos esperam ser servidos e entretidos. Num navio de guerra, todos são preparados para um serviço específico e trabalham juntos como uma equipa.
Que igreja somos nós: navio de cruzeiro ou navio de guerra?
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Tema abordado por Carlos Oliveira em 29 de maio de 2026
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