20-02-15 - Cristão chinês é jovem, urbano e de classe média
Apesar das rígidas leis chinesas, o crescimento de Cristãos no país pode ter alcançado 100 milhões de pessoas, tornando-se cada vez mais difícil para o governo controlar.Se há décadas os Cristãos eram na sua maioria mulheres idosas moradoras da área rural da China, hoje esses dados mudaram e o perfil do Cristão chinês é mais jovem, urbano e de classe média.
Um livro escrito por Gerda Wielander, “Valores Cristãos na China Comunista”, tenta explicar o fenómeno dizendo que há muitos jovens que se convertem em experiências no exterior e retornam para o país assumindo-se como Cristãos.
Estudo Bíblico, quarta-feira, 18FEV15, na Igreja em Quinta do Conde
Todas as quartas-feiras a Igreja em Quinta do Conde reúne-se para orar e estudar a Bíblia.
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O estudo bíblico é uma das atividades mais importantes numa igreja, uma vez que se trata da verdadeira escola bíblica, do verdadeiro seminário, que a Palavra de Deus preconiza. O ensino da Palavra de Deus indicado pelas Escrituras é feito nas igrejas locais.
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As religiões não conduzem todas ao mesmo lugar?
Pergunta: Eu acho que é errado uma religião, qualquer que seja, alegar que é o único caminho para Deus. Na minha opinião, todas as religiões conduzem ao mesmo lugar. Não acha que deveríamos ser mais tolerantes para com as pessoas das diferentes religiões? - S.L.
Resposta: A liberdade religiosa está escrito na constituição do nosso país, e eu certamente espero e oro para que isso nunca mude. Ao longo dos anos, eu tenho visitado países que não têm liberdade religiosa, e isso quase sempre tem conduzido à perseguição dos que estão em minoria. A intolerância e o ódio religioso não têm lugar na sociedade civilizada. A Bíblia diz: "Respeitem todas as pessoas" (1 Pedro 2:17, NTLH).
19-02-15 - Juiz sai em defesa do casamento tradicional e desafia Suprema Tribunal
Uma disputa envolve a autonomia de cada Estado, nos Estados Unidos, perante a federação.Não existe nada na Constituição dos Estados Unidos que dê ao governo federal "a autoridade de profanar a instituição do casamento", declarou o juiz do Supremo Tribunal do Estado norte-americano do Alabama, Roy Moore.
O magistrado fez esta afirmação nhá dias ao escrever uma carta ao governador do Estado, Robert Bentley. Na carta, ele informa que vai continuar a reconhecer a lei estadual que define o casamento como a união entre um homem e uma mulher, apesar de uma recente decisão federal ter considerado essa lei como inconstitucional. Moore não é novo no mundo das controvérsias: ele é conhecido nos Estados Unidos por ter se recusado retirar do tribunal estadual um monumento aos Dez Mandamentos.
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Verificação da verdadeira condição espiritual
Os nossos pensamentos voluntários não só revelam o que somos; predizem o que seremos. Mais artigos …
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