Onde estão as obras-primas?

O assistente encolheu os ombros umas polegada a mais do que o normal e fixou os olhos em mim numa mistura de orgulho e repulsa. Depois, com o movimento do seu braço, protestou, “Estão por toda a parte! Este museu só contém obras-primas.”
Fiquei bastante embaraçado, no entanto o incidente trouxe-me um relampejo de verdade à minha vida que tem servido de grande bênção para mim. Os críticos do Cristianismo têm interpelado os Cristãos com uma barragem de disparates injuriosos e, com um ar desprezível e presunçoso, têm inquirido, “Onde está Deus?” Se existe uma Personalidade Deística que é Criador supremo do universo e Soberano das nações, onde é que Ele pode ser encontrado? Se Ele é o Hábil Arquitecto, onde é que estão as Suas obras-primas?”
A resposta é: “Estão por toda a parte! A criação de Deus só contém obras-primas.”
Se o crítico estudar a “máquina humana” com um fluoroscópio só pode exclamar, “perfeição – uma obra-prima da criação!” Ou se pegar num telescópio e varrer os céus e observar as brilhantes constelações, como se movem nas suas rotas ordenadas, não pode senão bradar, “uma obra-prima da criação!” Se usar um microscópio e observar seriamente os detalhes mais minuciosos de uma flor, tem de confessar, “simetria, beleza intrincada, perfeição – uma obra-prima.” Há obras-primas POR TODA A PARTE!
Contudo, há um princípio absoluto a que o crítico tem de aderir para poder apreciar a excelência da criação de Deus. Um advogado é obrigado a usar o telescópio se quiser compreender a astronomia – os seus livros de leis não o servirão; um médico é obrigado a usar o microscópio para ver o detalhe intrincado e a precisão estrutural das flores como o botânico – o seu bisturi não funcionará neste caso. Por conseguinte, é somente razoável afirmar que antes que um crítico possa compreender Deus e os Seus desígnios no universo, tem de primeiro voltar-se para Deus e converter-se, recebendo discernimento dos Seus mistérios pelo novo nascimento que experimentará. Deus é conhecível através de certas leis, e inescrutável de outro modo.
Fiquei bastante embaraçado, no entanto o incidente trouxe-me um relampejo de verdade à minha vida que tem servido de grande bênção para mim. Os críticos do Cristianismo têm interpelado os Cristãos com uma barragem de disparates injuriosos e, com um ar desprezível e presunçoso, têm inquirido, “Onde está Deus?” Se existe uma Personalidade Deística que é Criador supremo do universo e Soberano das nações, onde é que Ele pode ser encontrado? Se Ele é o Hábil Arquitecto, onde é que estão as Suas obras-primas?”
A resposta é: “Estão por toda a parte! A criação de Deus só contém obras-primas.”
Se o crítico estudar a “máquina humana” com um fluoroscópio só pode exclamar, “perfeição – uma obra-prima da criação!” Ou se pegar num telescópio e varrer os céus e observar as brilhantes constelações, como se movem nas suas rotas ordenadas, não pode senão bradar, “uma obra-prima da criação!” Se usar um microscópio e observar seriamente os detalhes mais minuciosos de uma flor, tem de confessar, “simetria, beleza intrincada, perfeição – uma obra-prima.” Há obras-primas POR TODA A PARTE!
Contudo, há um princípio absoluto a que o crítico tem de aderir para poder apreciar a excelência da criação de Deus. Um advogado é obrigado a usar o telescópio se quiser compreender a astronomia – os seus livros de leis não o servirão; um médico é obrigado a usar o microscópio para ver o detalhe intrincado e a precisão estrutural das flores como o botânico – o seu bisturi não funcionará neste caso. Por conseguinte, é somente razoável afirmar que antes que um crítico possa compreender Deus e os Seus desígnios no universo, tem de primeiro voltar-se para Deus e converter-se, recebendo discernimento dos Seus mistérios pelo novo nascimento que experimentará. Deus é conhecível através de certas leis, e inescrutável de outro modo.
Lester F. Sumrall



