Preciosa Herança
O livro, We Americans (Nós Americanos), publicado pela National Geographic Society (Sociedade de Geografia Nacional) em 1976, retrata uma família de oito dos primeiros colonos, quatro dos quais seguram Bíblias nas suas mãos. A legenda começa com as palavras: “Livro dos livros, a Bíblia, era o fim e o meio da educação dos primeiros Americanos.” Isto é confirmado pela Enciclopédia Britânica, que declara que “The New England Primer (O Livro da instrução primária da Nova Inglaterra) … durante 150 anos usado amplamente como compêndio, era grandemente composto de material bíblico e doutrinal. Os catecismos eram ensinados nas escolas públicas e eram feitas orações duas vezes ao dia” (EB sob Escola e Curriculum nos Estados Unidos).
Isto não significa que todos os nossos antepassados Revolucionários eram salvos, ou regenerados pela fé pessoal em Cristo, mas há evidências abundantes de que eles eram, como um todo, homens tementes a Deus, e isso teve um efeito significativo na sua forma de pensar e conduta. E, na realidade, houve entre eles muitos crentes nascidos de novo.
Os tempos revolucionários evocam nas nossas mentes retratos como Washington a orar fervorosamente em Valley Forge, os membros do Congresso ajoelhados em oração pedindo a direcção divina, e os preceitos das Escrituras a serem citados repetidas vezes pelos que ocupavam cargos elevados no governo, enquanto os cidadãos em geral respeitavam a Palavra de Deus.
Escusado será dizer que a nossa nação desempenha um papel estratégico nas questões do mundo. A nossa influência é grande. Contudo, a América não exercerá de novo a espécie correcta de influência no mundo antes da Igreja de Cristo recuperar da sua doença espiritual e os nossos líderes nacionais e o povo uma vez mais se tornem pelo menos tementes a Deus. O temor de Deus em si não salva da condenação do pecado, mas é o primeiro passo para a salvação. Além disso a Palavra de Deus declara:
“…pelo temor do Senhor os homens se desviam do mal” (Prov. 16:6).
Os tempos revolucionários evocam nas nossas mentes retratos como Washington a orar fervorosamente em Valley Forge, os membros do Congresso ajoelhados em oração pedindo a direcção divina, e os preceitos das Escrituras a serem citados repetidas vezes pelos que ocupavam cargos elevados no governo, enquanto os cidadãos em geral respeitavam a Palavra de Deus.
Escusado será dizer que a nossa nação desempenha um papel estratégico nas questões do mundo. A nossa influência é grande. Contudo, a América não exercerá de novo a espécie correcta de influência no mundo antes da Igreja de Cristo recuperar da sua doença espiritual e os nossos líderes nacionais e o povo uma vez mais se tornem pelo menos tementes a Deus. O temor de Deus em si não salva da condenação do pecado, mas é o primeiro passo para a salvação. Além disso a Palavra de Deus declara:
“…pelo temor do Senhor os homens se desviam do mal” (Prov. 16:6).
em Two Minutes With The Bible (Dois Minutos Com a Bíblia)
Cornelius R. Stam
Cornelius R. Stam



