O nosso único gloriar
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo ...” (Gál. 6:14).
Paulo tinha sido um Fariseu orgulhoso, presunçoso na sua justiça própria. Em Fil. 3:5,6 ele lista algumas das coisas em que ele tinha grande orgulho:
“Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus, segundo a lei, fui fariseu, segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.”
Mas tudo se transformou desde o dia em que o Senhor lhe apareceu no caminho de Damasco. De repente ele viu-se, à vista de um Deus santo, como pecador perdido, condenado e provou a inigualável graça que pôde descer do céu e salvá-lo até a ele. Ele agora sabia que não podia apresentar-se diante de Deus em si mesmo, ou “pelos seus próprios pés”, como costumamos dizer. A sua única segurança, diante da barra do tribunal de Deus, era refugiar-se em Cristo, como ele diz no versículo 9:
“E seja achado n’Ele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé.”
Ora ele sabia, como todos nós devemos saber, que ele não tinha realmente nada para se gloriar, no que dizia respeito à sua posição diante de Deus. No entanto, para o resto da sua vida ele gloriou-se constantemente numa coisa: a cruz, onde o Cristo que ele tinha tão ferozmente perseguido tinha morrido pelos seus pecados, para que ele (Paulo) pudesse ser justificado diante de Deus. Tudo o mais de que Paulo se gloriava ficou circunscrito à cruz de Cristo. Esta também é a única coisa em que temos de nos gloriar, e o santo mais piedoso unir-se-á entusiasticamente a Paulo dizendo:
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo.”
“Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus, segundo a lei, fui fariseu, segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.”
Mas tudo se transformou desde o dia em que o Senhor lhe apareceu no caminho de Damasco. De repente ele viu-se, à vista de um Deus santo, como pecador perdido, condenado e provou a inigualável graça que pôde descer do céu e salvá-lo até a ele. Ele agora sabia que não podia apresentar-se diante de Deus em si mesmo, ou “pelos seus próprios pés”, como costumamos dizer. A sua única segurança, diante da barra do tribunal de Deus, era refugiar-se em Cristo, como ele diz no versículo 9:
“E seja achado n’Ele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé.”
Ora ele sabia, como todos nós devemos saber, que ele não tinha realmente nada para se gloriar, no que dizia respeito à sua posição diante de Deus. No entanto, para o resto da sua vida ele gloriou-se constantemente numa coisa: a cruz, onde o Cristo que ele tinha tão ferozmente perseguido tinha morrido pelos seus pecados, para que ele (Paulo) pudesse ser justificado diante de Deus. Tudo o mais de que Paulo se gloriava ficou circunscrito à cruz de Cristo. Esta também é a única coisa em que temos de nos gloriar, e o santo mais piedoso unir-se-á entusiasticamente a Paulo dizendo:
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo.”
em Two Minutes With The Bible (Dois Minutos Com a Bíblia)
Cornelius R. Stam
Cornelius R. Stam



