O que falhou? I

Razões da decadência da América

 

     “… os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (João 3:19).

     Queridos amigos:

     A América nunca foi perfeita – longe disso -, e Deus tem-nos castigado muitas vezes, como aconteceu com a Guerra Civil. Mas houve sempre um respeito incisivo em toda a nação pela santa Palavra de Deus e pelo Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

     O que falhou? Em primeiro lugar, durante os passados 50 anos, forças militantes anti-Deus, que estiveram ativas durante e desde o Congresso Continental, acabaram por conseguir não só rejeitar a herança bíblica da nossa nação e os nossos valores tradicionais, mas ao reescrever a história convencendo o nosso povo, especialmente os estudantes, que nós nunca tivemos esta maravilhosa herança. Como é que isto aconteceu?

     Os historiadores creem que o ambiente filosófico da Revolução Francesa gerou Karl Max e as suas ideias comunistas e ateístas. Por sua vez isto gerou vários movimentos ateus, incluindo o estado ateu e socialista soviético de Lenine, levando a Rússia de 900 anos de tradição Cristã a mergulhar em 73 anos de totalitarismo sangrento ateu, custando sofrimento humano indescritível e dez milhões de vidas.

     As ideias de Marx e Lenine estenderam-se à América, adquirindo raízes entre académicos e alguns líderes do mundo laboral. Tanto as filosofias do educador John Dewey como de Roger Bardwin, fundador da União Americana das Liberdades Civis (UALC), tiveram uma influência profunda na mobilização das forças anti-Deus. É claro que Dewey foi a principal influência da educação moderna “progressista” Americana. A sua ênfase anti-Deus resultou na presente decadência e desintegração de todo o nosso sistema educativo. Dewey também foi um dos 34 signatários do Manifesto Humanista original. Em 1961, O Supremo Tribunal dos Estados Unidos reconheceu o humanismo como uma “religião”. Baldwin trabalhou para uma versão Russa do comunismo para a América.

     A influência de Dewey, Baldwin, dos seus seguidores, e de outros espíritos aparentados, mudou o caráter e a natureza da América. Tal influência começou por alcançar os níveis de topo do governo nos meados dos anos 20 do século passado e finalmente, em 1947, resultou na infame “separação da igreja do estado” com o veredito do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, e mais tarde nas decisões de rejeição do Deus de nossos pais na vida pública e nas escolas da América.

     Uma influência filosófica paralela anti-Cristã foi a do humanismo secular anti-Deus e do existencialismo. Estas crenças providenciaram a base para o movimento hippie radical dos anos 60 do século passado. Destas raízes ergueram-se algumas das ideologias anti-Cristo mais ameaçadoras, que têm destruído muito do ancoradouro moral e espiritual da América.

A rejeição de Deus e do Seu Filho traz trevas e morte. Mas Jesus disse, “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12).

- Bill Bright

 

 

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