Porque pregamos sobre quão maus somos?
Pergunta: Estou cansado de pregadores que constantemente nos dizem quão maus somos. Porque é que eles não têm algo de bom a dizer de vez em quando sobre a raça humana? Como sabe, nós não somos todos monstros do mal. – Sr.ª A. B.
Resposta: Está certa, até certo ponto; a maioria de nós não somos tão maus ou depravados quanto poderia ser. Pense quão terrível o mundo seria se fossemos!
Mas se formos honestos, nenhum de nós é tão bom quanto poderia ser. Não, a maioria de nós podemos não ser monstros (como classifica) - mas também não somos tão amáveis ou benignos ou compassivos quanto deveríamos ser. Pelo contrário, ficamos por natureza embrenhados em nós mesmos, e até mesmo a pessoa mais simpática ou mais amorosa que conhece teria vergonha se alguém visse os seus pensamentos e motivos mais íntimos. A Bíblia diz sem rodeios: "Não há um justo, nem um sequer" (Romanos 3:10).
Porquê? A razão é por causa do que a Bíblia chama de pecado. Temos deixado Deus fora das nossas vidas, e pensamos que podemos cuidar de nós próprios. Mas quando O abandonamos e dependemos apenas de nós mesmos, acabamos em conflito com os outros e em guerra connosco mesmos.
Seja grata por cada boa dádiva que Deus lhe deu. Mas também encare honestamente a sua necessidade do perdão de Deus, e pela Sua ajuda para viver da maneira que deve. Só Ele pode conquistar a voracidade, amargura e egocentrismo que nos afligem, e somente Ele pode dar-nos esperança para o futuro. Não permita que o seu orgulho, ou o seu espírito de independência, ou qualquer outra coisa a afaste de Cristo. A Sua Palavra ensina-nos a dizer não "à impiedade e às concupiscências mundanas”, e a viver “neste presente século sóbria, e justa, e piamente " (Tito 2:12).



