Onde terminará a corrupção do coração das pessoas?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Fui educado a crer que a história da Arca de Noé era um conto de fadas e que o grande dilúvio era um mito. Visitar “A Arca” ensinou-me muito sobre a Bíblia, e a arqueologia comprova esse relato histórico. O que mais me surpreendeu, porém, foi saber porque o dilúvio aconteceu – por causa do pecado no coração das pessoas. Os corações das pessoas hoje parecem corrompidos. Onde tudo isto vai acabar? – H. M.
Resposta: “A Arqueologia Substancia o Dilúvio de Noé”, disse o London Times em 1929. O artigo que se seguiu apresentava a visão de um arqueólogo sobre a civilização que existia antes do dilúvio. A Bíblia também dá um relato vívido da corrupção e do pecado daqueles dias.
Pelo menos 2.000 anos de história humana tinham decorrido desde a pureza imaculada do Éden. Durante esse mesmo período, houve um grande aumento da população, com uma lamentável deterioração, resultando numa terrível corrupção moral. Pecado, crime, imoralidade, destruição da vida doméstica, afeição antinatural, assassinatos, possessão demoníaca — estas eram características comuns da civilização imediatamente anterior ao dilúvio. A grande civilização que levou anos a ser construída foi destruída no espaço de 40 dias.
O dilúvio não destruiu as pessoas daquela época; o pecado já havia feito o seu trabalho mortal de devorar o coração e o núcleo da antiga civilização antes da chegada do dilúvio. Existe uma lei fundamental de Deus, uma lei aparente de Génesis a Apocalipse, que diz: “O salário do pecado é a morte”. O salário do pecado de uma nação, o salário do pecado de uma organização, o salário do pecado individual, é a morte.
A razão porque Deus enviou o Seu Filho foi para proporcionar uma forma de fuga, e todos os que esperam uma vida melhor devem colocar a sua confiança em Cristo e no Seu Evangelho. “Confiai n’Ele, ó povo, em todos os tempos…” (Salmo 62:8). Deus nunca nos dececionará.
- Billy Graham



