Porque as pessoas descartam Jesus ser a resposta?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Eu ouço cada vez mais mais comentaristas de notícias proclamarem que o mundo está num verdadeiro caos sem respostas no horizonte, descartando completamente que Jesus seja a resposta. No entanto, grande parte do mundo ainda celebra o nascimento de Jesus apesar de negar quem Ele realmente é. – C. C.
Resposta: A humanidade continua a correr de crise em crise enquanto pairam nuvens de guerra. Um editorial perguntou: “”O que devemos fazer para sermos salvos?” — quase a mesma pergunta que o carcereiro de Filipos fez ao apóstolo Paulo.
Sir James Orr, um dos maiores cientistas do mundo, escreveu: “Toda a humanidade está a desintegrar-se. As nações são insanas.” Ele pareceu o profeta Jeremias, que disse: “… toda a terra: do seu vinho beberam as nações; por isso, as nações enlouqueceram.” (Jeremias 51:7). A história provou que Jeremias estava certo.
Não apenas o mundo em si está a enfrentar uma crise, como o Cristianismo vê gigantes erguerem-se para o enfrentar – mais poderosos, mais de índole mundial, na influência que podem exercer – do que qualquer outro que a igreja tenha conhecido desde a queda do paganismo na Europa, há 1.500 anos atrás.
Os alunos estão a ser ensinados a negar Deus e a deificar o homem. A Bíblia diz que chegaria o dia em que a humanidade desviaria os olhos da verdade e acreditaria na mentira. Essa atitude naturalista pode ser encontrada em grande parte da nossa literatura contemporânea sobre o próprio Cristo. O Seu nascimento virginal é negado, a ressurreição corporal de Cristo é proclamada como sendo um mito. Dizem que Cristo era um homem bom, mas que não era Deus. No entanto, o mundo ainda reconhece o Natal como uma representação do nascimento miraculoso do Salvador. Independentemente do que o mundo afirma, o Senhor Jesus Cristo veio para trazer a salvação e Ele vai voltar!
- Billy Graham
(Esta coluna baseia-se nas palavras e escritos do saudoso Billy Graham.)



