Discurso de Billy Graham numa sua condecoração (leia-o todo e seja abençoado)

BG no congresso1
 
 
     Condecoração de Billy Graham com a medalha de honra, de ouro, do congresso dos E.U.A. em 1996.

     Palavras dos Senadores Launch Faircloth e Jess Helms.

     Senador Lauch Faircloth: “Ruth e Billy Graham foram a força condutora de muitas coisas neste país. Deram contribuições salientes para a moralidade, igualdade racial, família, filantropia, e religião”.


     Senador Jess Helms: “Billy Graham é o líder evangélico mais respeitado e admirado da América no passado meio século. As suas cruzadas alcançaram directamente 100 milhões de pessoas e mais de dois biliões de pessoas em todo o mundo através da televisão”.

     Senador Lauch Faircloth: “Billy Graham, ao longo dos seus 77 anos de vida e 52 de casamento com Ruth, tem sido exemplo dos mais elevados ideais de ensino, aconselhamento, ética, caridade, fé, e família.”

     Senad

or Jess Helms: A coluna jornalística diária de Billy Graham e os seus 14 livros têm providenciado aconselhamento espiritual e enriquecimento pessoal a milhões de pessoas”.

     Senador Lauch Faircloth: “Billy e Ruth Graham foram as forças condutoras que criaram o Centro de Saúde de Crianças Billy Graham no Hospital Missionário Memorial em Asheville, na Carolina do Norte. A sua visão visa melhorar a saúde e o bem-estar das crianças, e tornar-se numa nova fonte para o fim da dor e do sofrimento das crianças por toda a parte”.

     Senador Jess Helms: “O Porta-voz da Casa dos Representantes e o Presidente do Senado estão autorizados a condecorar, em nome do Congresso, Billy e Rute Graham com uma medalha de ouro de concepção apropriada em reconhecimento das suas contribuições salientes e duradouras para com a fé, a moralidade, e a caridade.”

     Representante Newt Gringrich: Peço ao Senador Thurmond que entregue as medalhas a Billy e Ruth Graham.

     Ele entrega as medalhas e todos aplaudem.

     Peço aos escudeiros que destapem as réplicas alargadas das medalhas para que toda a audiência possa ver.

     Mais uma vez aplausos.

     Representante Newt Gringrich: E agora, convido-vos a saudar o homem que nos honra por estar aqui hoje – Billy Graham. Aplausos.


DISCURSO  DE BILLY GRAHAM:


Billy Graham prega na Cerimónia de Condecoração no Congresso     Sr. Vice-Presidente Al Gore, Porta-voz Newt Gringrich, Líder da Maioria Bob Dole, Senador Strom Durmond, membros da Casa dos Representantes e do Senado, distintos convidados e amigos – Gostaria de colocar aqui um parêntesis para dizer-vos que tenho aqui família bastante que me garanta os aplausos.

     Ruth e eu estamos absolutamente esmagados com as palavras bondosas que aqui foram hoje proferidas, e especialmente com a subida honra que nos quisestes conferir a ambos no dia de hoje. Será sempre um dos pontos mais elevados das nossas vidas, e agradecemos-vos do fundo dos nossos corações este evento inesquecível. Estamos gratos a todos vós do Senado e da Casa dos Representantes, que tivestes parte nele, e há muitos que trabalharam arduamente para tornar isto possível, pelo que

 me disseram. Ao lermos a lista dos distintos Americanos que receberam a Medalha de Ouro do Congresso no passado, começando com George Washington em 1776, temos consciência de que não pertencemos a tão distinto grupo, e sentimo-nos, por isso, muito indignos. Uma das razões prende-se com o facto de nós os dois entendermos que esta honra deve ser partilhada com aqueles que nos ajudaram ao longo dos anos, e estão aqui hoje.

     Quando era miúdo, lembro-me que tínhamos numa das paredes da nossa sala de aulas uma pintura famosa de George Washington a atravessar o Delaware. Só mais tarde me ocorreu que Washington não o fez 

sozinho. Ele teve a ajuda de outros, e o que foi verdade acerca dele então, é verdade a nosso respeito hoje. O nosso ministério foi uma equipa de esforço, e sem os nossos cooperadores e a nossa família, nunca poderíamos ter conseguido alguma coisa.

     Estou especialmente agradecido à minha mulher, Ruth. Esta honra foi-nos atribuída a ambos. Ninguém se tem sacrificado mais que a Ruth na chamada que Deus nos fez.

     Todavia, eu não estaria aqui hoje a receber isto, se não fosse um evento que me sucedeu há muitos anos, como jovem, nos arrabaldes de Charlotte, na Carolina do Norte. Eu enfrentei o facto de que Deus me amava, e que enviara o Seu Filho para morrer na cruz pelos meus pecados. O pregador contou como Jesus ressuscitou dos mortos a fim de eu poder obter a vida eterna. Nunca me esqueci dum versículo das Escrituras que ele citou, e que eu tenho usado muitas vezes. “A todos quantos O receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que crêem no Seu Nome”. Isso significava que eu tinha que responder à oferta que Deus fazia de misericórdia e de perdão. Eu tive que me arrepender dos meus pecados. Recebi-O pela fé aos pés da cruz, onde o Seu sangue foi derramado. Quando o pregador pediu às pessoas que rendessem as suas vidas a Cristo, eu respondi. Emocionei-me imenso. Eu estava embaraçado ao erguer-me com muitas outras pessoas pois sabia que alguns dos meus colegas de escola estavam a observar, e que esse simples arrependimento e entrega aberta mudavam a minha vida e fazia-me enveredar por uma direcção completamente nova na vida.

     Se conseguimos realizar alguma coisa em toda a vida desde então, foi somente, somente por causa da graça e da misericórdia de Deus. Ao recebermos esta condecoração, a Ruth e eu, sabemos que um dia colocá-la-emos aos pés d’Aquele que procuramos servir. Como a maior parte de vós sabe, o Presidente emitiu uma proclamação para este dia, 2 de Maio de 1996, como sendo o Dia de Oração Nacional. Aqui em Washington, hoje, vereis e ouvireis pessoas a orar e a cantar por toda a cidade, e é encorajador e comovedor constatar que aqui e por todo o país, as pessoas se têm dedicado a orar hoje pelos nossos líderes, pela nossa nação, pelo nosso mundo, e por nós mesmos como indivíduos.

     Estou tão satisfeito por antes de se começar a trabalhar cada manhã, tanto a Casa dos Representantes quanto o Senado terem uma reunião de oração, dirigida pelo Capelão Oglivie, no Senado, que tem tanto a ver com este evento hoje, e pelo Capelão Jim Ford, que era capelão na Academia Militar de West Point, onde quase todos os anos eu costumava levar uma mensagem aos cadetes, tendo-nos tornado bons amigos nesses dias.

     Exactamente há 218 anos, no dia 2 de Maio de 1778, o primeiro galardoado com esta condecoração, George Washington, emitiu uma ordem geral para o povo Americano. Ele disse, “Os exemplos da bondade de Deus que temos experimentado e que agora se traduzem nos nossos labores coroados com um sucesso quase pleno, exige de nós o retorno da nossa mais calorosa gratidão e piedade ao Supremo Ofertante de todo o bem”.

     Raramente me acontece isto, mas o discurso que proferi até aqui secou-me a garganta.

     Estamos perante um ponto semelhante na nossa história, quando faltam menos de quatro anos para o mundo entrar num novo milénio. O que será? Que rumo seguiremos como nação, como povo? Será uma era de paz e prosperidade sem precedentes? Ou será a continuação da nossa descida a novas profundidades no crime, na opressão, na imoralidade sexual, e no mal que lemos nos nossos jornais e observamos nos nossos ecrãs televisivos todos os dias? Ironicamente, há 100 anos, muitas pessoas anunciaram o despontar deste século, o século XX, com enorme optimismo e grandes celebrações. O avanço firme do progresso científico e social iria trazer uma era Cristã a este país. Cria-se que se venceriam os nossos problemas sociais e económicos. Cria-se que o nosso país seria afectado, e todas as outras partes do mundo, e se implementaria a paz para sempre. Até mesmo alguns teólogos optimistas deram o nome de O Século Cristão a uma famosa revista. Este era suposto ser o século Cristão, em que a humanidade seguiria a exortação de Jesus para se amar o próximo como a si mesmo. Porém nenhum outro século  foi avassalado por guerras, genocídios e tiranias tão devastadores. Durante este século, temos testemunhado os limites extremos do mal humano. A nossa perspectiva, à beira do século XXI é muito mais sombria do que foi a do início deste século. Termos como limpeza étnica, violência gratuita, suicídio por bomba, têm-se tornado parte do nosso vocabulário diário. Atentem para a nossa sociedade. É claro que há muita coisa boa na América, e nós agradecemos a Deus pela nossa herança de liberdade e as nossas bênçãos abundantes. A América tem sido uma nação que tem revelado uma compaixão global que o resto do mundo, aparentemente, parece dificilmente compreender.

     Após a II Guerra Mundial, tivemos a bomba atómica. Podíamos ter regido o mundo, mas não o fizemos. Volvemo-nos em redor e ajudámos a reconstruir as economias e os países dos nossos inimigos.

     No entanto, algo aconteceu desde aqueles dias. Há ainda muita coisa boa na América, mas conheceis os problemas como eu – as tensões raciais e os problemas étnicos que ameaçam rasgar as nossas cidades e a nossa vizinhança, o crime e a violência em proporções epidémicas na maior parte das nossas cidades, crianças que levam armas para a escola, famílias destruídas, pobreza, drogas, gravidez juvenil, corrupção – a lista é quase interminável.

     Será que os primeiros galardoados com esta condecoração reconheceriam a sociedade pela qual se sacrificaram para a trazer à existência? Receio que não. Temos confundido liberdade com licenciosidade e estamos a pagar o terrível preço. Somos uma sociedade, presa por um fio, à beira da auto-destruição. Algo tem de ser feito, e creio que algo está a ser feito.

     Mas qual é a verdadeira causa? Nós convocamos conferências e promovemos consultas sem fim, freneticamente, em busca de soluções para todos os nossos problemas. Utilizamos diplomacia vaivém, e eu admiro os secretários de estado que o têm feito – o Secretário de estado Warren Cristopher – não sei como ele se consegue manter vivo, fisicamente, indo para lá e para cá. Falei com o Presidente Clinton ontem e conversámos sobre como ele se mantinha forte no ritmo que mantinha, porque o Sr. Clinton parece quase omnipresente. Ele está em toda a parte do mundo onde há alguma tensão ou problema que necessita de ser resolvido. Como é que conseguem isso? E ele respondeu: “Com a ajuda do Todo-Poderoso”.

     Mas há um problema real dentro de nós. Há quase 3.000 anos, o Rei David, o maior Rei de Israel, sentou-se sob as estrelas e contemplou as razões para todo este problema. Ele listou três coisas que os maiores cientistas e sociólogos do mundo não têm conseguido resolver. Parece que quanto mais nós conhecemos, e mais tecnologia possuímos, em maiores dificuldades nos encontramos. Na passagem do Velho Testamento provavelmente mais conhecida, o Salmo 23, ele toca nos três maiores problemas da raça humana.

     O primeiro, disse David, é o problema do vazio, da tristeza humana, da procura. David escreveu, “O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará”. Ele não estava a falar apenas da falta física. Ele falava do vazio espiritual. Reportagens dos mídia diziam que Kurt Cobain, o líder do grupo rock Nirvana, era um implementador do ritmo para os anos 90 e o salvador do rock and roll, mas ele dizia que a canção que melhor descrevia o seu estado mental era, “Odeio-me a Mim Mesmo e Quero Morrer”. E com a idade de 27 anos, ele suicidou-se.

     O segundo é o problema da culpa. David escreveu, “[Ele] refrigera, (ou restaura) a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça”. Porque é que a alma dele necessitava de restauro? Algo tinha acontecido, algo tinha ocorrido entre ele e o Criador. O que foi? Trata-se de uma palavra de seis letras na Bíblia. Pecado. Bem no fundo do nosso interior sabemos que não temos alcançado os nossos próprios padrões, muito menos os padrões de Deus.

     E depois, o terceiro, é o problema da morte, como sublinhou David: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum”. A morte é a única realidade comum  de toda a vida humana. Todos nós iremos morrer. Já entrei neste edifício muitas vezes. Tenho visto estas estátuas dos grandes Americanos no Salão das Estátuas, e eles têm uma coisa em comum. Estão todos mortos. E nós vamos unir-nos a eles. E todos os hospitais que construímos – e temos o Dr. Waller e o Dr. Dixon e outros directores da Clínica Mayo que estão aqui hoje, - onde tenho passado tanto tempo e têm salvo a minha vida várias vezes, podem prolongar a vida por algum tempo, mas não o podem fazer para sempre porque há ali algo mais que eles realmente não podem dominar, e esse algo é a alma humana – o espírito que Deus dá às pessoas. O Secretário do Comércio Ron Brown não imaginava que o seu tempo tinha chegado quando escalou a Croácia há umas semanas atrás. De vez em quando vagueio por este salão  e observo todas estas estátuas, e tenho-me detido de fronte de algumas delas cuja biografia conheci um pouco e digo para mim mesmo que há uma coisa que aquelas personagens têm em comum. Estão todos mortos. O Secretário Brown uniu-se a eles, e um dia também vos unireis a eles. Estais preparados para esse dia?


billygrahamcongoldmedal 640 400 s c1     Sim, estas três coisas – vazio, culpa e medo da morte – assombram as nossas almas. É por causa disto que os jovens hoje estão numa permanente procura. Escutem as letras das músicas que não compreendem. É tudo sobre a morte, é tudo sobre o sofrimento, é tudo sobre as dificuldades com que eles se defrontam nas suas vidas. Nós procuramos abafar freneticamente as suas vozes. Nós próprios metemo-nos em todos os tipos de actividades, desde o sexo às drogas e tranquilizantes, e no entanto os problemas persistem. Temos de sondar mais fundo. Porque é que o coração humano age assim? A razão deve-se ao facto de estarmos alienados do nosso Criador. Foi essa a resposta que David encontrou para esses três problemas. Ele disse, “O Senhor é o meu Pastor”.

     É por isso que eu creio que a crise fundamental do nosso tempo é uma crise do espírito. Não é social, nem educacional. Estes problemas são apenas o resultado de uma alma e de um espírito que está separado de Deus - que nos ama. Temos perdido de vista os princípios morais e espirituais em que esta nação foi estabelecida, princípios extraídos grandemente da tradição Judaico-Cristã como se encontra na Bíblia.

     Qual é a cura? Há esperança? A Ruth e eu temos devotado as nossas vidas à profunda convicção de que a resposta é afirmativa. Sim, há esperança. No auge da Guerra Civil Americana, Abraão Lincoln convocou dias especiais de arrependimento e oração públicos. A nossa necessidade de arrependimento hoje, não é menor.

     O que é que significa arrependimento? Arrependimento significa mudar a nossa forma de pensar e a nossa forma de viver. Significa volvermo-nos dos nossos pecados e entregarmo-nos a Deus e à Sua vontade. Tende-lo feito?

     Há mais de 2.700 anos, o grande profeta do Velho Testamento, Isaías, disse, “Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.” Estas palavras são tão verdadeiras hoje como há  dois milhares e meio de anos.

     Segundo, devemos confiar as nossas vidas a Deus e às verdades morais e espirituais que têm tornado esta nação grande. Pensai quão maravilhoso seria se a nossa nação vivesse de acordo com a forma que o Vice-Presidente citou de I Coríntios, capítulo 13 – amor e alegria e paz – se observássemos as injunções simples dos Dez Mandamentos e do sermão da Montanha.

Temos de responder a Deus, que está a oferecer-nos perdão, misericórdia, e poder para mudar.

     Terceiro, a nossa entrega deve traduzir-se em acções – nos nossos lares, na nossa vizinhança, e na nossa sociedade. Jesus ensinou que na vida apenas há dois caminhos. Há o caminho largo, bem iluminado, cheio de divertimento, mas que termina na destruição. Ao fazermos face a um novo milénio, creio que a América tem enveredado e descido pelo caminho errado. Temos que dar meia volta e voltar e mudar de caminho. Se alguma vez necessitámos da ajuda de Deus, é agora. Se alguma vez necessitámos de renovação espiritual, é agora. E isso pode começar hoje em cada uma das nossas vidas ao arrependermo-nos diante de Deus e ao rendermo-nos a Ele e à Sua Palavra.

     O que é que vós, como indivíduos, ireis fazer? Noutro dia, ouvi a história dum director de uma escola, que conduzia uma reunião para a graduação de finalistas, convidar um recrutador de cada um dos ramos das Forças Armadas – Exército, Marinha, Força Aérea e Fuzileiros. Ele deu a cada um doze minutos. Bem, o homem do Exército excedeu-se tanto que falou 19 minutos. O da Marinha ainda se excedeu mais no tempo e falou 21 minutos. Nesta altura o director começou a aborrecer-se. Ele voltou-se para o último orador, o Fuzileiro, e disse-lhe, “O senhor tem 3 minutos. É o tempo que temos antes da próxima aula, e temos regras que cumprimos escrupulosamente”.

     Então o Fuzileiro levantou-se. Ele não disse uma palavra; apenas olhou para o grupo. Olhou para cada indivíduo, e todos estavam em silêncio, e no último minuto de que dispunha, disse, “Olhei para o grupo todo e vejo três ou quatro indivíduos que têm o que é necessário para se ser um Fuzileiro dos Estados Unidos. Se pensas ser um deles, quero encontrar-me contigo lá fora mal acabe a reunião. Gostaria de falar contigo.”

     Quem é que pensais que obteve a maior audiência?

     Esta tarde, ao olhar para este distinto grupo de pessoas, desejava que a Ruth e eu tivéssemos tempo para nos sentarmos e conversarmos, pois muitos de vós são meus amigos íntimos. Quase me sinto estranho ao estar aqui a falar-vos ou a pregar-vos. Eu deveria estar na vossa sala de estar a tomar uma chávena de chá. Eu vejo mais do que meia dúzia de homens e mulheres que têm a capacidade para nos conduzir ao próximo século, e creio que és um deles.

     Uma vez mais: a Ruth e eu sentimo-nos profundamente humilhados  com esta condecoração e agradecemo-vos por tudo quanto ela representa. Nunca pensei que ela pudesse estar aqui presente. Há três ou quatro semanas, o médico disse-nos que não sabia se ela viveria ou não, pois ela tem estado a padecer de uma meningite espinal.

     Tenho estado no hospital, três hospitais, porque caí e magoei as costas – parti as costelas -, feri um ombro e arranjei mais alguns problemas. Aprendi a andar com os problemas que tenho. Os meus médicos estão aqui hoje – os Drs. Dixon e Waller da Clínica Mayo – e outros que tenho visitado. Obrigado a todos pela vossa ajuda.

     Os meus cooperadores estão sentados aqui - T.W. Wilson – pessoas como esta a quem conheço durante uma vida inteira. Cliff Barrws – não sei como poderíamos realizar as nossas reuniões sem o Cliff a dirigir-nos. E o Ed Hill aqui, que pode dizer Amém mais alto que toda a gente na América.

     Está aqui hoje um grupo maravilhoso de pessoas, e todos vós sois especiais e tendes dons especiais de Deus. Há aqui hoje muitas mais pessoas do que havia no Dia de Pentecostes, quando a igreja saiu para mudar o mundo – e eles mudaram o seu mundo. Nós podemos fazer o mesmo, com a ajuda de Deus, com a ajuda do Espírito Santo.

     Que Deus vos abençoe a todos, e que Deus abençoe a América. A Ruth e eu sentimo-nos esmagados com estas ofertas e esta honra, que nós não merecemos. Damos toda a glória e todo o crédito a Deus, porque foi obra Sua.

     Obrigado.

Sermões e Estudos

Alberto Verísimo 05AGO18
Falta-te uma coisa!

Sermão proferido por Alberto Veríssimo em 05 de agosto de 2018

Estudo Bíblico
Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses (Súmula) em 08 de agosto de 2018

Fernando Quental
Percebendo a nudez

Sermão proferido por Fernando Quental em 29 de julho de 2018

Estudo Bíblico
Estudo Bíblico

Sobre a Epístola aos Colossenses 2:1 realizado em 01 de agosto de 2018

ver mais
 
  • Avenida da Liberdade 356 
    356 2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • 966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • QUINTA DO CONDE
    Clique aqui para ver horário