É melhor ser verdadeiro do que ser popular

João Batista não fazia concessões, não era uma celebridade, nem procurava agradar à multidão. O falso profeta pergunta: “A minha mensagem é popular?” enquanto o profeta de Deus indaga: “A minha mensagem é verdadeira?” Se não se pode agradar às multidões, então por que tentar? Um dia pensam de um jeito, no outro dia pensam de outro! Uma semana queixam-se de que o pregador fica muito no seu gabinete, na semana seguinte censuram-no por fazer visitas demais! O pregador que procura agradar à multidão esqueceu-se das palavras de Thomas à Kempis: “A glória de homens dignos está na sua consciência e não na boca de homens.”
Nos dias de hoje muitos ministérios são governados pela popularidade e não pela integridade, pelas estatísticas e não pelas Escrituras. Depois do alvoroço inicial, é duvidoso que o ministério de João Batista tivesse conservado o interesse da moderna audiência religiosa. Ele era muito pessoal, não procurava a cobertura da imprensa nem o resultado de índices de audiência, ou reconhecimento público. A sua única preocupação era: “Convém que ele (Cristo) cresça e que eu diminua” [Jo 3.30].






