
João Batista não fazia concessões, não era uma celebridade, nem procurava agradar à multidão. O falso profeta pergunta: “A minha mensagem é popular?” enquanto o profeta de Deus indaga: “A minha mensagem é verdadeira?” Se não se pode agradar às multidões, então por que tentar? Um dia pensam de um jeito, no outro dia pensam de outro! Uma semana queixam-se de que o pregador fica muito no seu gabinete, na semana seguinte censuram-no por fazer visitas demais! O pregador que procura agradar à multidão esqueceu-se das palavras de Thomas à Kempis: “A glória de homens dignos está na sua consciência e não na boca de homens.”
Nos dias de hoje muitos ministérios são governados pela popularidade e não pela integridade, pelas estatísticas e não pelas Escrituras. Depois do alvoroço inicial, é duvidoso que o ministério de João Batista tivesse conservado o interesse da moderna audiência religiosa. Ele era muito pessoal, não procurava a cobertura da imprensa nem o resultado de índices de audiência, ou reconhecimento público. A sua única preocupação era: “Convém que ele (Cristo) cresça e que eu diminua” [Jo 3.30].
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1 Cor. 11
23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
24 E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei: isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
25 Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue: fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
26 Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.
A Ceia do Senhor é um ato mediante o qual não só anunciamos a morte do Senhor até que venha, mas onde também damos expressão a uma verdade fundamental, na qual nunca será demais ou inoportuno insistir para com a consciência dos cristãos em nossa época, isto é, que todos os crentes são “um só pão e um só corpo”. Trata-se de um erro muito comum enxergarmos esta celebração simplesmente como um meio pelo qual é transmitida graça à alma do indivíduo, e não como um ato relacionado com todo o corpo; e relacionado também com a glória d’Aquele que é a Cabeça da Igreja. Que é um meio pelo qual a graça flui para a alma do que comunga individualmente, não pode haver dúvida, porque há bênção em cada ato de obediência. Mas que a bênção individual seja apenas uma pequena parte, pode ser visto pelo leitor atento de 1 Coríntios 11.
Ler mais …A Ceia do Senhor e o egoísmo