Como matar incrédulos

Billy Graham     "Suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro: assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também" (Colossenses 3:13).

     Conhecemos a história dum velho diácono muito crente que, atormentado, aparentemente, além do que se pode suportar, pela continuada má vontade dum inimigo, jurou publicamente "matá-lo". O inimigo ouviu falar das intenções dele e cinicamente esperou para ver o que o inofensivo e santo velho iria fazer. A verdade é que o velho diácono, em vez de responder ao mal com o mal, buscava oportunidades para fazer o bem ao inimigo. A princípio isso divertia e incomodava um tanto o inimigo; mas, quando por fim o diácono lhe prestou um serviço indubitavelmente sacrificial, arriscando a vida para tirar dum rio a mulher do inimigo que ia perecendo afogada, chegou ao fim o impasse que os separava. 

     "Muito bem" – disse o inimigo – "vejo que cumpriu aquilo que jurou que faria. De fato matou-me – ou melhor, matou o homem que eu era. Agora, que é que posso fazer por si?" 
 
     Este mundo de hoje ainda não se tornou impenetrável a qualquer ato fundamentalmente Cristão. Este mundo precisa não tanto de Cristianismo como de mais Cristãos que pratiquem realmente a tolerância e o perdão.

Billy Graham

 

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