O Anel Perdido
Uma senhora de apelido Milton, perdeu uma vez, um anel de muito valor. Desapareceu misteriosamente uma noite do seu toucador, apesar de ela não ter saído do quarto, e dos seus outros dois anéis estarem no mesmo lugar. Ela tinha a certeza de ter tirado os seus anéis dos dedos e os ter colocado numa bandejazinha, como costumava fazer. De manhã, o seu relógio, a jóia e os dois anéis estavam onde os tinha colocado, mas faltava o terceiro anel. Na mesma bandeja estava um pequeno pacote de farinha de aveia, porque tinham aconselhado a D. Milton a usar aquela farinha numa pequena inflamação que tinha na cara. Todos em casa procuraram o anel, mas sem sucesso.
Três anos mais tarde, aquela família decidiu fazer algumas obras na casa. Num dos soalhos levantaram as madeiras para reparar e encontraram o esqueleto de um ratinho, com o dito anel de diamantes à roda do pescoço.
Reflectindo no sucedido, aquela família presumiu que o ratinho foi em busca da aveia que se encontrava na bandeja e terá enfiado a cabeça no anel, não o conseguindo tirar. Como o anel era liso, não causou embaraço ao princípio. No entanto, crescendo o ratinho, o anel o terá estrangulado. Pela forma como o ratinho se apresentava, deduzia-se isso; e que, o anel teria sido trazido por ele durante muito tempo.
Este acontecimento insólito, é sugestivo de uma importante lição. O pecado é algo que podemos carregar, e de início pode parecer que não nos causa qualquer problema. No entanto, com o decurso do tempo, ele começa a asfixiar-nos e acaba por nos eliminar.
“Aparta-te do mal” (I Pedro 3:11).
Três anos mais tarde, aquela família decidiu fazer algumas obras na casa. Num dos soalhos levantaram as madeiras para reparar e encontraram o esqueleto de um ratinho, com o dito anel de diamantes à roda do pescoço.
Reflectindo no sucedido, aquela família presumiu que o ratinho foi em busca da aveia que se encontrava na bandeja e terá enfiado a cabeça no anel, não o conseguindo tirar. Como o anel era liso, não causou embaraço ao princípio. No entanto, crescendo o ratinho, o anel o terá estrangulado. Pela forma como o ratinho se apresentava, deduzia-se isso; e que, o anel teria sido trazido por ele durante muito tempo.
Este acontecimento insólito, é sugestivo de uma importante lição. O pecado é algo que podemos carregar, e de início pode parecer que não nos causa qualquer problema. No entanto, com o decurso do tempo, ele começa a asfixiar-nos e acaba por nos eliminar.
“Aparta-te do mal” (I Pedro 3:11).



