Passar o facho
O revezamento no transporte do facho olímpico de Atenas até à sede dos Jogos foi uma ideia dos alemães, em 1936.
Começa sempre com um corredor, o percurso deve ser feito, quando possível, por terra, e o último atleta, aquele que acenderá a pira, deve ser do país organizador.
Todos temos de ser conscientes do nosso dever na causa de Deus, e sermos responsáveis pela nossa parte nesta obra. Mas há um momento em que devemos passar o facho a outros.
A obra de Deus nunca será feita por um único homem. Não sejamos egoístas achando que outros não podem ocupar o nosso lugar.
"E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idóneos para também ensinarem os outros" (2 Timóteo 2:2).



