Aprendendo a Discernir (IX)

Assume o seguinte contracto promessa familiar de navegação na Internet:

 Prometo utilizar a Internet como algo enriquecedor.

 Prometo nunca revelar o meu nome ou morada ou telefone a alguém que os meus pais não conheçam.

 Prometo não me encontrar com alguém do ciberespaço sem primeiro falar com os meus pais.

 Prometo honrar o controlo que os meus pais estabeleceram para mim não tentando nunca curto-circuitá-los.

 Prometo avisar logo os meus pais se receber uma má mensagem ou que me cause algum desconforto.

 Prometo não fazer o download de nenhum ficheiro sem primeiro consultar os meus pais.

 Prometo não adquirir nada da Internet sem os meus pais saberem.

 Prometo não ficar na Internet mais tempo que o que os meus pais determinaram.

Nunca te esqueças que passar muito tempo com o computador é tão pernicioso quanto com a TV ou jogos de vídeo (videogames). Estar relacionado com uma máquina não é o mesmo que com uma pessoa. Temos que apostar na relação com as pessoas. Das máquinas só devemos extrair o que é útil. O diabo é esperto em desviar-nos do “remir o tempo”, para nos neutralizar.


CUIDADO: A Internet é facilmente viciadora, é perigosa e pode ser destrutiva. Um indivíduo disse que era mais viciadora que a cocaína, pois conseguiu sair dela e não deste vício que já causou a sua separação da mulher. De repente as pessoas tornam-se no que a sua carne quis sempre ser, escondendo-se por detrás duma peça de equipamento electrónico. Cuidado.

Não percamos o nosso objectivo – aprender a discernir (“Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos: guarda a verdadeira sabedoria e o bom siso”, Prov. 3.21).

Foi efectuado um estudo relativamente aos adolescentes e jovens. A conclusão foi: Demasiadas opções e pouca ajuda na idade da clarificação dos valores deixam a juventude num dilema. A juventude é tempo específico para se ser dirigido e para se afirmarem valores. Os jovens sentem-se muitas vezes com muitas escolhas para fazer e poucas estruturas para poderem decidir e demasiado pouca ajuda para chegar lá.

Os pais que proporcionam um padrão claro de certo e errado capacitam-nos a fazer as melhores escolhas pessoais e morais ao longo da sua vida. Como é que sabes se uma coisa é certa ou errada? Boa ou má? Que padrão usas para tomares as tuas decisões? As respostas a este tipo de questões são mais importantes do que o que podemos imaginar.

O uso de padrões eleva a nossa avaliação acima das questões dos gostos, por causa do princípio, «Satisfez-lhes o desejo, fez porém definhar a sua alma» (Sal. 106:15).

Numa reunião de jovens alguém disse: Explicai como sabeis se algo está certo ou errado. Um jovem disse: pergunto ao meu pai. Vejamos o problema que esse padrão representa: O que dirias se o teu pai fosse Adolf Hitler? E se fosse Billy Grahm? Obteríamos duas opiniões diferentes, certamente. A audiência lutava com esta questão de padrões. Finalmente ouviu-se uma voz: E que diremos se apresentarmos a Bíblia como padrão? Exactamente! É este o padrão que devemos ter e não outro. Finalmente alguém acertava na cabeça do prego! Todos devem perceber o quão importante é ter a Bíblia como padrão, como mais nada pode ser.

Para podermos perceber bem isto reparai na secção de anúncios pessoais num jornal. Um anúncio dizia: “Atenção casais interessados em aventura a 3”. Outro dizia: “Procura-se senhoras casadas para tardes ocasionais. Discrição absoluta.” O jornal reserva mais do que uma página inteira a este tipo de anúncios. O Editor tinha uma nota dizendo, “reservamo-nos no direito de recusar ou editar qualquer anúncio pessoal que não satisfaça os padrões desta publicação”. Eu interrogo-me se este jornal teria algum padrão! Mas tinha! Recusava anúncios de sexo com crianças. Era o único comportamento que eles consideravam marginal. Está claro? Nem todos os padrões são iguais.

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