Um Guia Para a Piedade (XII)

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     "E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? porque o fim delas é a morte" (Rm.6:21).

     Pela ordem de Deus, uma árvore frutífera produz frutos "segundo a sua espécie" (Gn.1:11).  "Toda a árvore má produz frutos maus" (Mt7:17) e o fim deste tipo de fruto no incrédulo é pecado e morte.

     "Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna" (Rm.6:22).

     Agora que não pertencemos mais ao pecado, mas antes a Deus, o "fruto de justiça" (Fp.1:11) que produziremos não é mais considerado auto-justiça pecaminosa, mas, sim, "santificação" que termina em "vida eterna".

     Mas como é que a vida eterna pode ser o "fim" do fruto da santificação quando Paulo claramente ensina que é "pela graça" que recebemos a "vida eterna" (Tt.3:7)?  Ah, aqui o apóstolo fala da vida eterna que podemos aproveitar nesta vida.  Isto é semelhante ao que Paulo diz a nós, que já possuímos a vida eterna, que podemos tomar "posse da vida eterna" por combater o bom combate da fé e por investir as nossas finanças na obra do Senhor e no Seu povo (I Tm.6:11-12,17-19).  Os crentes que vivem somente para si mesmos e gastam o seu dinheiro de forma egoísta, estão tomando posse desta vida (terrena).  

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