Discernindo a Vontade de Deus (II)
Prosseguindo nas Escrituras, encontramos Gideão em Juízes 6 a fazer uma oração que era semelhante àquela que o servo de Abraão fez:
"E disse Gideão a Deus: Se hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito, Eis que eu porei um velo de lã na eira: se o orvalho estiver somente no velo, e secura sobre toda a terra, então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito. E assim sucedeu: porque ao outro dia se levantou de madrugada, e apertou o velo: e do orvalho do velo espremeu uma taça cheia de água" (Juíz. 6:36-38).
Este processo agora é conhecido por crentes que procuram a vontade de Deus, hoje, como "colocar um velo de lã na eira." Alguém pode orar: "Senhor, se Tu queres que eu aceite este emprego, faz com que o entrevistador use um fato azul". Entretanto, apesar de uma oração deste tipo poder ser chamada de "colocar um velo de lã na eira", é na realidade, mais parecida com a oração do servo de Abraão. Afinal, propor um cenário onde alguém se veste com tal tipo de roupa é tão verosímil quanto uma donzela se oferecer para dar água a um camelo. Mas o que Gideão estava a pedir era um sinal que desafiava literalmente as leis da natureza, e poucos crentes hoje pedem este tipo de sinal.
Ora, não havia nada de errado em Gideão pedir a Deus um sinal milagroso, "porque os judeus pedem sinal" (I Cor. 1:22). Os judeus também não estão errados em pedir um sinal, porque Deus tinha-os ensinado a esperar por sinais deste tipo desde o seu começo como nação. Em Êxodo 4, Deus deu a Moisés o poder para realizar dois sinais milagrosos, no caso de Israel não ouvir a voz do primeiro (Êxo. 4:1-8). Esta dependência de "duas ou três testemunhas" foi, talvez, o que motivou Gideão a ousadamente pedir a Deus por ainda outro sinal milagroso:
"E disse Gideão a Deus: Não se acenda contra mim a Tua ira, se ainda falar só esta vez: rogo-Te que só esta vez faça a prova com o velo; rogo-Te que só no velo haja secura, e em toda a terra haja o orvalho. E Deus assim o fez naquela noite: pois só no velo havia secura, e sobre toda a terra havia orvalho" (Juíz. 6:39-40).
Uma vez que Deus concedeu os pedidos de Gideão por sinais milagrosos, sabemos que era perfeitamente apropriado para ele pedi-los. Mas na ausência de milagres que desafiem a natureza, no programa de Deus para hoje, seria inapropriado para nós procurarmos a vontade de Deus desta maneira. Além disso, deve ser notado que na realidade, Gideão não estava realmente a procurar a vontade de Deus. Ele já sabia a vontade de Deus, como evidenciam as palavras:
"...Se hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito... então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito" (Juíz. 6:36-37).
Ao "colocar um velo de lã na eira", Gideão não estava a procurar a direcção do Senhor, estava a procurar a confirmação da direcção que ele já tinha recebido pela Palavra de Deus. Isto é semelhante a como um crente hoje poderia orar: "Se Tu queres que eu seja um embaixador de Cristo, como tens dito, mostra-me um sinal milagroso!" Embora Deus Se tenha deleitado em dar a Gideão corroboração deste tipo, Ele nega claramente pedidos desta natureza, hoje.
Ainda outro modo de determinar a vontade de Deus é extraído de I Reis 19, onde a depressão de Elias o levou a refugiar-se numa caverna:
"E ali entrou numa caverna e passou ali à noite: e eis que a Palavra do Senhor veio a ele, e lhe disse: Que fazes aqui Elias? E ele disse: Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o Teu concerto, derribaram os Teus altares, e mataram os Teus profetas à espada, e eu fiquei só, e buscam a minha vida para ma tirarem. E ele lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante a face do Senhor. E eis que passava o Senhor, como também um grande e forte vento que fendia os montes e quebrava as penhas diante da face do Senhor; porém o Senhor não estava no vento: e depois do vento um terramoto: também o Senhor não estava no terramoto: E depois do terramoto um fogo; porém também o Senhor não estava no fogo: e depois do fogo uma voz mansa e delicada" (I Reis 19:9-12).
Quando procuramos a vontade de Deus, frequentemente é-nos dito para "apenas ouvir a Sua voz interior!". Isto significa que Deus falará connosco de uma forma indefinida. Entretanto, se neste período difícil você ouvir uma voz na rua, ela pode dizer-lhe: "Entrega a carteira!"
Apesar da popularidade desta prática, este evento na vida de Elias não tem nada a ver com a descoberta da vontade de Deus! O profeta não foi para a caverna procurar a vontade de Deus, mas estava a esconder-se daqueles que o queriam matar. E as palavras do Senhor aqui não foram ditas para lhe dar direcção, mas em vez disto abordar a questão da sua depressão.
Elias tinha acabado de pedir que Deus fizesse cair fogo do céu numa demonstração espectacular do Seu poder contra os profetas de Baal (I Reis 18), e o profeta pensou que tal demonstração certamente convenceria o rei e rainha de Israel a voltarem-se para o Senhor. Quando, ao invés disto, eles procuraram matá-lo (I Reis 19:1-3), Elias fugiu da sua presença.
Foi nesta hora que o Senhor lhe deu um auxílio visual, projectado para lhe ensinar que Deus opera melhor – não em exibições extraordinárias de poder milagroso – mas na "voz mansa e delicada" – a voz mansa e delicada de Elias, e a voz do menor entre os homens disposta a falar a poderosa Palavra de Deus.
Não é verdade que muitos crentes hoje também precisam de aprender urgentemente esta lição!? Muitos estão convencidos que se conseguirem apenas realizar um milagre espectacular, os homens certamente acreditarão no que dizem a respeito do Senhor! E isto apesar do testemunho de Deus de que o Evangelho "é o poder de Deus para salvação" (Rom. 1:16). Muitas pessoas também estão convencidas de que Deus apenas opera através dos grandes ministérios que se vêem na TV. Embora não digamos que Deus não esteja a operar nestes ministérios, insistimos em dizer que Ele de facto está na "voz mansa e delicada" de crentes em todos os lugares que estão fielmente a proclamar a Palavra de Deus.
Também insistimos que esperar ouvir uma voz de Deus, ou mesmo uma impressão ou sentimento indefinido, não é como se discerne a vontade de Deus. Aquela voz mansa e delicada que você ouve na sua cabeça pode ser a voz de uma consciência que está tão "cauterizada" (I Tim. 4:2) que já perdeu "todo o sentimento" (Efé. 4:19), e portanto, não se pode confiar nela para indicar a vontade de Deus.
Prosseguindo, se vamos cobrir o assunto de modo criterioso, precisamos de dar uma olhadela em Provérbios 16:33:
"A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda a Sua disposição" (Pr.16:33).
Sob o programa de Israel, era perfeitamente legítimo discernir a vontade de Deus lançando a sorte (I Sam. 14:38-42; Act. 1:26). Mas quando dividimos correctamente a Palavra da verdade, entendemos que este não é um método legítimo para se determinar a vontade de Deus para hoje. Lançar a sorte era uma prática comum na Bíblia, mas o nosso apóstolo Paulo nunca empregou este método, e nós também não o devemos fazer.
"E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos" (Col. 3:15).
Baseando-se neste versículo um crente poderia dizer: "Bem, orei sobre o assunto e Deus me deu um sentimento de paz tão profundo que eu sei que a minha decisão só pode ser da vontade d’Ele." Mas Paulo não está a dizer que devemos permitir que um sentimento de "paz" reja as nossas vidas, e nos assegure que Deus está connosco nas decisões que tomamos. Sabemos do exemplo de Jonas que Deus nunca apoiou este tipo de pensamento. Jonas estava a rebelar-se abertamente contra Deus, e embora o Senhor enviasse uma tempestade tão violenta que até os marinheiros experientes clamaram apavorados aos seus deuses, "Jonas... dormia um profundo sono" (Jon. 1:1-5). Ele tinha uma paz perfeita no que concerne à sua decisão de desafiar a vontade revelada de Deus!
No contexto do perdão (Col. 3:13) e do amor (v.14), Colossenses 3:15 está, na verdade, a dizer que deveríamos deixar que a paz que Deus tem com os outros crentes também conduza os nossos corações. Não há nada que um crente possa fazer a Deus que quebre a paz que desfruta com Ele, e portanto, não deveria haver nada que os outros crentes nos possam fazer que quebre a paz que desfrutamos com eles.
Esperamos que o leitor julgue proveitoso esta introdução ao nosso tema. Ao falar recentemente com um crente da graça sobre estas coisas, este contou-nos que não sabia do erro de "colocar um velo de lã na eira". E, portanto, para aqueles que já estavam cientes da concepção equivocada desta prática, agradecemos a sua paciência enquanto procurámos assegurar que todos começam um estudo sobre a vontade de Deus no mesmo nível.
Este processo agora é conhecido por crentes que procuram a vontade de Deus, hoje, como "colocar um velo de lã na eira." Alguém pode orar: "Senhor, se Tu queres que eu aceite este emprego, faz com que o entrevistador use um fato azul". Entretanto, apesar de uma oração deste tipo poder ser chamada de "colocar um velo de lã na eira", é na realidade, mais parecida com a oração do servo de Abraão. Afinal, propor um cenário onde alguém se veste com tal tipo de roupa é tão verosímil quanto uma donzela se oferecer para dar água a um camelo. Mas o que Gideão estava a pedir era um sinal que desafiava literalmente as leis da natureza, e poucos crentes hoje pedem este tipo de sinal.
Ora, não havia nada de errado em Gideão pedir a Deus um sinal milagroso, "porque os judeus pedem sinal" (I Cor. 1:22). Os judeus também não estão errados em pedir um sinal, porque Deus tinha-os ensinado a esperar por sinais deste tipo desde o seu começo como nação. Em Êxodo 4, Deus deu a Moisés o poder para realizar dois sinais milagrosos, no caso de Israel não ouvir a voz do primeiro (Êxo. 4:1-8). Esta dependência de "duas ou três testemunhas" foi, talvez, o que motivou Gideão a ousadamente pedir a Deus por ainda outro sinal milagroso:
"E disse Gideão a Deus: Não se acenda contra mim a Tua ira, se ainda falar só esta vez: rogo-Te que só esta vez faça a prova com o velo; rogo-Te que só no velo haja secura, e em toda a terra haja o orvalho. E Deus assim o fez naquela noite: pois só no velo havia secura, e sobre toda a terra havia orvalho" (Juíz. 6:39-40).
Uma vez que Deus concedeu os pedidos de Gideão por sinais milagrosos, sabemos que era perfeitamente apropriado para ele pedi-los. Mas na ausência de milagres que desafiem a natureza, no programa de Deus para hoje, seria inapropriado para nós procurarmos a vontade de Deus desta maneira. Além disso, deve ser notado que na realidade, Gideão não estava realmente a procurar a vontade de Deus. Ele já sabia a vontade de Deus, como evidenciam as palavras:
"...Se hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito... então conhecerei que hás de livrar a Israel por minha mão, como tens dito" (Juíz. 6:36-37).
Ao "colocar um velo de lã na eira", Gideão não estava a procurar a direcção do Senhor, estava a procurar a confirmação da direcção que ele já tinha recebido pela Palavra de Deus. Isto é semelhante a como um crente hoje poderia orar: "Se Tu queres que eu seja um embaixador de Cristo, como tens dito, mostra-me um sinal milagroso!" Embora Deus Se tenha deleitado em dar a Gideão corroboração deste tipo, Ele nega claramente pedidos desta natureza, hoje.
Ainda outro modo de determinar a vontade de Deus é extraído de I Reis 19, onde a depressão de Elias o levou a refugiar-se numa caverna:
"E ali entrou numa caverna e passou ali à noite: e eis que a Palavra do Senhor veio a ele, e lhe disse: Que fazes aqui Elias? E ele disse: Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o Teu concerto, derribaram os Teus altares, e mataram os Teus profetas à espada, e eu fiquei só, e buscam a minha vida para ma tirarem. E ele lhe disse: Sai para fora, e põe-te neste monte perante a face do Senhor. E eis que passava o Senhor, como também um grande e forte vento que fendia os montes e quebrava as penhas diante da face do Senhor; porém o Senhor não estava no vento: e depois do vento um terramoto: também o Senhor não estava no terramoto: E depois do terramoto um fogo; porém também o Senhor não estava no fogo: e depois do fogo uma voz mansa e delicada" (I Reis 19:9-12).
Quando procuramos a vontade de Deus, frequentemente é-nos dito para "apenas ouvir a Sua voz interior!". Isto significa que Deus falará connosco de uma forma indefinida. Entretanto, se neste período difícil você ouvir uma voz na rua, ela pode dizer-lhe: "Entrega a carteira!"
Apesar da popularidade desta prática, este evento na vida de Elias não tem nada a ver com a descoberta da vontade de Deus! O profeta não foi para a caverna procurar a vontade de Deus, mas estava a esconder-se daqueles que o queriam matar. E as palavras do Senhor aqui não foram ditas para lhe dar direcção, mas em vez disto abordar a questão da sua depressão.
Elias tinha acabado de pedir que Deus fizesse cair fogo do céu numa demonstração espectacular do Seu poder contra os profetas de Baal (I Reis 18), e o profeta pensou que tal demonstração certamente convenceria o rei e rainha de Israel a voltarem-se para o Senhor. Quando, ao invés disto, eles procuraram matá-lo (I Reis 19:1-3), Elias fugiu da sua presença.
Foi nesta hora que o Senhor lhe deu um auxílio visual, projectado para lhe ensinar que Deus opera melhor – não em exibições extraordinárias de poder milagroso – mas na "voz mansa e delicada" – a voz mansa e delicada de Elias, e a voz do menor entre os homens disposta a falar a poderosa Palavra de Deus.
Não é verdade que muitos crentes hoje também precisam de aprender urgentemente esta lição!? Muitos estão convencidos que se conseguirem apenas realizar um milagre espectacular, os homens certamente acreditarão no que dizem a respeito do Senhor! E isto apesar do testemunho de Deus de que o Evangelho "é o poder de Deus para salvação" (Rom. 1:16). Muitas pessoas também estão convencidas de que Deus apenas opera através dos grandes ministérios que se vêem na TV. Embora não digamos que Deus não esteja a operar nestes ministérios, insistimos em dizer que Ele de facto está na "voz mansa e delicada" de crentes em todos os lugares que estão fielmente a proclamar a Palavra de Deus.
Também insistimos que esperar ouvir uma voz de Deus, ou mesmo uma impressão ou sentimento indefinido, não é como se discerne a vontade de Deus. Aquela voz mansa e delicada que você ouve na sua cabeça pode ser a voz de uma consciência que está tão "cauterizada" (I Tim. 4:2) que já perdeu "todo o sentimento" (Efé. 4:19), e portanto, não se pode confiar nela para indicar a vontade de Deus.
Prosseguindo, se vamos cobrir o assunto de modo criterioso, precisamos de dar uma olhadela em Provérbios 16:33:
"A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda a Sua disposição" (Pr.16:33).
Sob o programa de Israel, era perfeitamente legítimo discernir a vontade de Deus lançando a sorte (I Sam. 14:38-42; Act. 1:26). Mas quando dividimos correctamente a Palavra da verdade, entendemos que este não é um método legítimo para se determinar a vontade de Deus para hoje. Lançar a sorte era uma prática comum na Bíblia, mas o nosso apóstolo Paulo nunca empregou este método, e nós também não o devemos fazer.
"E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos" (Col. 3:15).
Baseando-se neste versículo um crente poderia dizer: "Bem, orei sobre o assunto e Deus me deu um sentimento de paz tão profundo que eu sei que a minha decisão só pode ser da vontade d’Ele." Mas Paulo não está a dizer que devemos permitir que um sentimento de "paz" reja as nossas vidas, e nos assegure que Deus está connosco nas decisões que tomamos. Sabemos do exemplo de Jonas que Deus nunca apoiou este tipo de pensamento. Jonas estava a rebelar-se abertamente contra Deus, e embora o Senhor enviasse uma tempestade tão violenta que até os marinheiros experientes clamaram apavorados aos seus deuses, "Jonas... dormia um profundo sono" (Jon. 1:1-5). Ele tinha uma paz perfeita no que concerne à sua decisão de desafiar a vontade revelada de Deus!
No contexto do perdão (Col. 3:13) e do amor (v.14), Colossenses 3:15 está, na verdade, a dizer que deveríamos deixar que a paz que Deus tem com os outros crentes também conduza os nossos corações. Não há nada que um crente possa fazer a Deus que quebre a paz que desfruta com Ele, e portanto, não deveria haver nada que os outros crentes nos possam fazer que quebre a paz que desfrutamos com eles.
Esperamos que o leitor julgue proveitoso esta introdução ao nosso tema. Ao falar recentemente com um crente da graça sobre estas coisas, este contou-nos que não sabia do erro de "colocar um velo de lã na eira". E, portanto, para aqueles que já estavam cientes da concepção equivocada desta prática, agradecemos a sua paciência enquanto procurámos assegurar que todos começam um estudo sobre a vontade de Deus no mesmo nível.
- Ricky Kurth
(Continua)
(Continua)
Discernindo a Vontade de Deus (I)
Discernindo a Vontade de Deus (II)
Discernindo a Vontade de Deus (III)
Discernindo a Vontade de Deus (IV)
Discernindo a Vontade de Deus (V)
Discernindo a Vontade de Deus (VI)
Discernindo a Vontade de Deus (VII)
Discernindo a Vontade de Deus (VIII)
Discernindo a Vontade de Deus (IX)
Discernindo a Vontade de Deus (X)
Discernindo a Vontade de Deus (XI)
Discernindo a Vontade de Deus (II)
Discernindo a Vontade de Deus (III)
Discernindo a Vontade de Deus (IV)
Discernindo a Vontade de Deus (V)
Discernindo a Vontade de Deus (VI)
Discernindo a Vontade de Deus (VII)
Discernindo a Vontade de Deus (VIII)
Discernindo a Vontade de Deus (IX)
Discernindo a Vontade de Deus (X)
Discernindo a Vontade de Deus (XI)



