Podes saborear o teu delicioso bacon
Esta manhã, enquanto fritava o bacon (toucinho fumado, ou carne de porco curada) para o meu pequeno-almoço, pensei em todos os Cristãos que rejeitam esta saborosa iguaria por causa da proibição da Lei. Apesar da declaração de Paulo de que “não estamos debaixo da Lei” (Rom. 6:15), e da sua garantia de que “toda criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças” (1 Tim. 4:4), esses queridos cristãos permanecem convencidos de que “o porco... [é] imundo” (Lev 11:7).
Se esta é a tua convicção religiosa, nós convidamos-te a considerar a razão pela qual Deus determinou que a carne de porco era impura ou imunda. Depois de Deus ter instruído Pedro a comer alguns animais impuros ou imundos (Atos 10:9-16), decerto que irás pensar que ele diria: “Deus mostrou-me que não devo chamar de impuro nenhum animal”. E testemunharás o que ele disse a seguir, a saber, que “Deus mostrou-me que a nenhum homem chame comum ou imundo” (Atos 10:28). Nota bem que Pedro entendeu que a única razão pela qual Deus tornava certas carnes impuras era para ensinar a Israel que certas pessoas eram impuras: os Gentios.
“… Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos separei dos povos. Fareis, pois, diferença entre os animais limpos e imundos…” (Lev. 20:24,25).
Sabemos que aqueles que sustentam que a carne de porco ainda é imunda, ou impura, nunca diriam que ainda haja alguma pessoa que seja impura e, portanto, convidamos todos os que sustentam essa visão a reconhecer o simbolismo que Pedro entendeu e reconheceu, e regozijem-se connosco sabendo que na dispensação da graça de Deus não há alimentos - ou pessoas - que sejam imundas, ou impuras aos Seus olhos.
Por Ricky Kurth



