A China também tem críticos textuais (A mulher adúltera)

woman caught in adultery

 

     O relatório mais recente sobre a revisão da Bíblia pelo governo chinês é perturbador, mas é claro que o Ocidente tvem revisando a Bíblia desde antes de Mao Tsé Tung.

     Esta semana, um serviço de notícias católicas relatou que um livro da Universidade Chinesa alterou drasticamente a história bíblica da mulher apanhada em adultério em João 8:1-11.

     A história diz que a mulher foi apanhada em adultério e levada a Jesus.O Senhor volta-se para os acusadores e diz: “Aquele que está sem pecado entre vocês, que seja o primeiro a atirar uma pedra contra ela”.

     Depois de dizer isso e escrever no chão, o grupo parte, deixando Jesus com a mulher.

     É neste ponto da história que os relatos divergem. Na Bíblia, Jesus termina o relato dizendo: “Nem eu também te condeno; vai, e não peques mais”.

     No livro chinês, Jesus apedrejou a pecadora até à morte, dizendo: “Eu também sou um pecador. Mas se a lei só pudesse ser executada por homens sem mancha, a lei estaria morta.”

     Este seria um momento perfeito para um emoji com o rosto em estado de choque.

     Os católicos que relataram isso ficaram indignados, e a indignação da notícia continuou quando serviços de notícias protestantes e evangélicos a divulgaram.

     Que distorção chocante mudar a Bíblia daquela forma! Os Cristãos consideram a Bíblia a Palavra sagrada e santa de Deus, infalível, e que não deve ser alterada ou modificada.

 

Revisões anteriores à China ateia

     Estas corrupções são ultrajantes. No entanto, os governos comunistas anticristãos não foram os primeiros a revisar esta história da Bíblia.

     Se quisermos ouvir os críticos textuais e tradutores de elite dos últimos 150 anos na Europa e na América, toda a história, segundo eles, deveria ser removida!

     Digite o emoji em estado de choque uma vez mais.

     A menos que tenhas uma Bíblia João Ferreira de Almeida, Revista e Corrigida ou, Edição Fiel, os tradutores da tua Bíblia, começam logo por achar que esta história não faz parte da Bíblia.

     O crítico textual evangélico americano Dan Wallace chega a dizer que pode ser um pecado (do tipo crítico textual) pregar esta história de um púlpito.

     A história é encontrada em quase todas as traduções, mas encontrarás uma nota de rodapé em João 7:53 que diz que ela não deveria pertencer ou não foi encontrada nos primeiros manuscritos.

     Os tradutores não acham que seja parte da Bíblia, mas imprimem-na na Bíblia de qualquer maneira, temendo vendas fracas e a má retividade por parte da população. A sua coragem e integridade resumem-se a uma mera nota de rodapé.

 

Onde está a indignação com as mudanças da Bíblia?

     A mudança feita num livro chinês é perturbadora, mas algo que não é inesperado de um regime comunista materialista ateu que destruiu igrejas, prendeu servos de Deus e obriga a cultuarem o seu presidente.

     No entanto, onde está o protesto e a indignação no Ocidente livre e chamado Cristão por causa da remoção de toda a passagem das Escrituras?

     Se João 8:1-11 não é um texto autêntico, quem se importará se o governo chinês o altera? Mas é, e trata-se de uma questão de preservação e autoridade. A Bíblia João Ferreira de Almeida Revista e Corrigida, ou a Edição Fiel, erguem-se singularmente entre as principais traduções, que incluem esta história no texto inspirado.

     O que se passa deve ser ultrajante para aqueles que realmente creem que estas palavras estão perfeitamente preservadas por Deus.

     Pelo menos o livro chinês contém a maior parte da história, exceto a corrupção óbvia no final. Se dependesse da maioria dos críticos textuais ocidentais, a história inteira seria atirada para o lixo.

     A mudança deveria importar muito menos às pessoas que acreditam que João 8:1-11 não é um texto inspirado das Escrituras.

     Isso inclui os produtores da ARA, NIV e quase todas as outras traduções recentes. Uma vergonha.

     Mudanças à Bíblia é algo que importa, e muito. A mudança na China é ultrajante e blasfema, porque esta história faz parte das Escrituras inspiradas.

     João Ferreira de Almeida, Revista e Corrigida, e Edição Fiel, incluem João 8:1-11 como Escritura inspirada, ao passo que muitas outras traduções não.

By Justin Johnson

COMENTÁRIO

O liivro chinês acima referido reescreve a história da Bíblia para tornar Jesus pecador - uma blasfémia.

O Partido Comunista Chinês (PCC) tem implementado os seus planos para a “sinicização” da Bíblia e do Cristianismo há algum tempo, mas apenas recentemente se tornou aparente como o partido acredita que uma versão mais “chinesa” das Escrituras seria. De acordo com um relatório de 22 de setembro da Union of Catholic Asian News (UCAN), um livro didático de ética chinês conta o famoso relato em João 8 da mulher apanhada em adultério, mas com uma mudança significativa no final: Depois de os líderes religiosos se irem embora , Jesus apedrejou a própria mulher.

O artigo acima é muito claro e acertivo. 

Há muito que publicámos aqui artigos sobre os manuscritos ditos mais antigos e fiéis, que realmente são espúrios, e onde assentam muitas das traduções modernas da Bíblia que não são dignas de confiança, sendo mesmo perigosas pela sua infidelidade. Para quem quiser aprofundar este tema remetemos a seguir as ligações para esses artigos.

Bíblia e "bíblias" ...

Bíblia Brasileira - Por Stuart McNair

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