A parábola tripla de Lucas 15 (VII)

crstam.jpgCONTEXTO HISTÓRICO 

     Mas também aqui devemos perguntar onde se encaixa cronologicamente a história. Alguns detalhes na parábola ajudarão a responder a esta questão.

     Em primeiro lugar, o facto de que a mulher, e não o Próprio Senhor, é enviada a procurar a dracma, indica que esta parábola fala de um tempo em que o Seu povo, e não Ele, procurava os perdidos em Israel. Isto aconteceu em Pentecostes e depois, quando os doze apóstolos e o “pequeno rebanho” dos seguidores de Cristo chamaram o povo de Israel a arrepender-se e salvar-se daquela “geração perversa” (Actos 2:40).

     É de notar que nesse tempo o valor de Israel para o resto do mundo era fortemente enfatizado como, por exemplo, no apelo de Pedro no alpendre de Salomão: “Vós sois os filhos dos profetas e do concerto que Deus fez com nossos pais, dizendo a Abraão: na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra. Ressuscitando Deus a Seu Filho Jesus, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, e vos desviasse, a cada um, das vossas maldades” (Actos 3:25-26).

     Esta visão do contexto histórico da parábola da dracma perdida é ainda mais confirmada pela sua posição entre a parábola da ovelha perdida e a do filho pródigo, que inquestionavelmente aponta para o futuro.

 

- Cornelius R. Stam
(Continua)

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