Para onde apontam os sinais? (V)

À nação de Israel foi prometido um Novo Concerto – um em que o próprio Deus lhes daria poder para serem tudo o que Ele propôs que eles fossem. Este concerto está registado em Jeremias 31:31-34. A essência do Novo Concerto está claramente apresentada em Ezequiel 36:27,
“E POREI DENTRO DE VÓS O MEU ESPÍRITO, E FAREI QUE ANDEIS NOS MEUS ESTATUTOS, E GUARDEIS OS MEUS JUÍZOS, E OS OBSERVEIS.”
“E VÓS ME SEREIS UM REINO SACERDOTAL E O POVO SANTO …” (Êxodo 19:6).
Apesar de nenhum “sinal” específico estar directamente identificado com o Concerto Davídico1, à luz de Êxodo 19:6 não é difícil de identificar a marca da entrada no reino.
Este poder dado à nação directamente pelo Espírito assegura o cumprimento do propósito de Deus por meio de Israel. O sinal deste poder dado pelo Espírito Santo encontra-se na lista de “dons sinais” apresentada em passagens como Marcos 16:17,18 e 1 Coríntios 12:7-11. Todos aqueles dons são sinais para a nação de Israel que apontam para o poder do Espírito Santo – a “unção” de Êxodo 29:7 que completa a preparação para o ofício de sacerdote.
Um exemplo disto é o “falar em línguas.” Actos 2:4 regista,
“E todos foram cheios do Espírito Santo, E COMEÇARAM A FALAR NOUTRAS LÍNGUAS, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”
A evidência do poder do Espírito era o falar em línguas. Esta mesma evidência é dada em Actos 10:44-47 quando o Espírito caiu sobre os que estavam na casa de Cornélio.
Assim, Paulo declara em 1 Coríntios 14:22:
“DE SORTE QUE AS LÍNGUAS SÃO UM SINAL …”
Visto que Paulo já tinha declarado que “os judeus pedem sinal,” é claro que estes “dons” – dos quais as línguas não são senão uma representação – são sinais dados à nação de Israel com o propósito de se identificar a operação poderosa do Espírito Santo. Como um antegosto das “virtudes [ou, poderes] do século futuro,” estes sinais estavam especialmente ajustados à medida da esperança do Reino de Israel.
Contudo, uma vez mais, com o programa do reino de Israel a ser posto de parte, estes sinais também cessaram (1 Coríntios 13:8-10). Que isto é tanto uma realidade histórica quanto dispensacional vê-se ilustrado no ministério de Paulo. Assim como a “diminuição” de Israel (Romanos 11:12) ficou completa no fim do período dos Actos, é evidente que estes dons sinais também cessaram e não funcionaram mais, mesmo no ministério do grande apóstolo Paulo (tal como 2 Timóteo 4:20).
Com a queda de Israel e do seu programa, os seus dons sinais não têm agora nada para onde apontar.
E AGORA?
Todos os sinais apontam para os propósitos de Deus na nação e por seu intermédio – eles são o povo dos sinais; o seu programa é o programa dos sinais. Assim como a nação de Israel foi posta de parte o seu programa de sinais foi igualmente posto de parte.
Na presente dispensação da graça não há sinais. Quando os dons sinais foram removidos, eles foram substituídos com algo muito melhor: a plenitude da revelação da graça de Deus para connosco em Cristo Jesus revelada nas epístolas do Apóstolo Paulo.
Este poder dado à nação directamente pelo Espírito assegura o cumprimento do propósito de Deus por meio de Israel. O sinal deste poder dado pelo Espírito Santo encontra-se na lista de “dons sinais” apresentada em passagens como Marcos 16:17,18 e 1 Coríntios 12:7-11. Todos aqueles dons são sinais para a nação de Israel que apontam para o poder do Espírito Santo – a “unção” de Êxodo 29:7 que completa a preparação para o ofício de sacerdote.
Um exemplo disto é o “falar em línguas.” Actos 2:4 regista,
“E todos foram cheios do Espírito Santo, E COMEÇARAM A FALAR NOUTRAS LÍNGUAS, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”
A evidência do poder do Espírito era o falar em línguas. Esta mesma evidência é dada em Actos 10:44-47 quando o Espírito caiu sobre os que estavam na casa de Cornélio.
Assim, Paulo declara em 1 Coríntios 14:22:
“DE SORTE QUE AS LÍNGUAS SÃO UM SINAL …”
Visto que Paulo já tinha declarado que “os judeus pedem sinal,” é claro que estes “dons” – dos quais as línguas não são senão uma representação – são sinais dados à nação de Israel com o propósito de se identificar a operação poderosa do Espírito Santo. Como um antegosto das “virtudes [ou, poderes] do século futuro,” estes sinais estavam especialmente ajustados à medida da esperança do Reino de Israel.
Contudo, uma vez mais, com o programa do reino de Israel a ser posto de parte, estes sinais também cessaram (1 Coríntios 13:8-10). Que isto é tanto uma realidade histórica quanto dispensacional vê-se ilustrado no ministério de Paulo. Assim como a “diminuição” de Israel (Romanos 11:12) ficou completa no fim do período dos Actos, é evidente que estes dons sinais também cessaram e não funcionaram mais, mesmo no ministério do grande apóstolo Paulo (tal como 2 Timóteo 4:20).
Com a queda de Israel e do seu programa, os seus dons sinais não têm agora nada para onde apontar.
E AGORA?
Todos os sinais apontam para os propósitos de Deus na nação e por seu intermédio – eles são o povo dos sinais; o seu programa é o programa dos sinais. Assim como a nação de Israel foi posta de parte o seu programa de sinais foi igualmente posto de parte.
Na presente dispensação da graça não há sinais. Quando os dons sinais foram removidos, eles foram substituídos com algo muito melhor: a plenitude da revelação da graça de Deus para connosco em Cristo Jesus revelada nas epístolas do Apóstolo Paulo.
(Fim)
Richard Jordan



