Paz na terra
Quando Cristo nasceu de Maria, os anjos louvaram a Deus e cantaram: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas 2:14).Este cântico alegre dos anjos parece mais distante hoje do que sempre, no que concerne à sua realização, e como resultado muitos têm-se tornado depreciativos e concluído que a Bíblia não é verdadeira; que o cântico dos anjos não passava de um mero desejo agradável. Contudo os que pensam assim não conhecem as suas Bíblias muito bem ou não sabem porque é que hoje temos intranquilidade e inquietação, em vez de paz.
O nosso Senhor era na verdade o Rei há muito prometido, por meio de Quem o Seu povo e todo o mundo desfrutaria – e um dia desfrutará – de paz e de verdadeira prosperidade. João Baptista apareceu como percursor e arauto do Rei. Os doze apóstolos saíram a pregar “o Evangelho do reino” (Mat. 4:23). Os registos dos Quatro Evangelhos estão cheios de provas e demonstrações da autoridade real de Cristo. Porém o Rei foi rejeitado, como Deus tinha profetizado que aconteceria no Seu primeiro advento (1 Pedro 1:11). Pilatos colocou sobre a Sua cruz uma inscrição que dizia: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus,” e hoje, o Rei encontra-Se em exílio real, rejeitado pela Sua nação e o mundo.
Será, então, estranho que ainda não defrutemos de paz na terra? O segundo Salmo descreve a loucura das nações e dos seus dirigentes ao ignorarem este facto básico e prediz que Deus se rirá, por assim dizer, do seu escárnio, ao procurarem governar o mundo sem o Seu Filho.
Graças a Deus, este período da rejeição de Cristo também é um maravilhoso período de graça. Quando o pecado atingiu o seu zénite, Deus salvou Saulo de Tarso, o líder da rebelião do mundo contra Cristo, e enviou-o a proclamar “o Evangelho da graça de Deus” (Actos 20:24), as boas notícias de que “Cristo morreu pelos nossos pecados,” e que qualquer pecador pode ser reconciliado com Deus pela fé em Cristo. É por isso que a Bíblia chama à administração divina sob a qual estamos a viver “a dispensação da graça de Deus” (Efé. 3:2). Assim, apesar de a “paz na terra” aguardar por um dia futuro, nós agora podemos ter “paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rom. 5:1).
Será, então, estranho que ainda não defrutemos de paz na terra? O segundo Salmo descreve a loucura das nações e dos seus dirigentes ao ignorarem este facto básico e prediz que Deus se rirá, por assim dizer, do seu escárnio, ao procurarem governar o mundo sem o Seu Filho.
Graças a Deus, este período da rejeição de Cristo também é um maravilhoso período de graça. Quando o pecado atingiu o seu zénite, Deus salvou Saulo de Tarso, o líder da rebelião do mundo contra Cristo, e enviou-o a proclamar “o Evangelho da graça de Deus” (Actos 20:24), as boas notícias de que “Cristo morreu pelos nossos pecados,” e que qualquer pecador pode ser reconciliado com Deus pela fé em Cristo. É por isso que a Bíblia chama à administração divina sob a qual estamos a viver “a dispensação da graça de Deus” (Efé. 3:2). Assim, apesar de a “paz na terra” aguardar por um dia futuro, nós agora podemos ter “paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rom. 5:1).
em Two Minutes With The Bible (Dois Minutos Com a Bíblia)
Cornelius R. Stam
Cornelius R. Stam



