Os Dons Sinais Sobrenaturais do Período dos Actos - Segues na direcção correcta? (XII)

Discernimento de Espíritos
“… a outro o dom de discernir os espíritos” ( 1 Cor. 12:10).
A função primária deste dom era verificar se alguém estava, ou não, endemoninhado. No passado, os que eram possuídos por demónios estorvavam frequentemente a proclamação da esperança do reino. Além disso a batalha intensificou-se durante o tempo em que Cristo conduziu o Seu ministério terreno para Israel. Mesmo durante o período transicional do programa terreno para o programa celestial, a possessão demoníaca era lugar comum.
Tem sido dito que, “A pregação de Cristo é o chicote que flagela o diabo. É um raio cujo estrondo abala todo o inferno.” Portanto quando o Evangelho da graça se espalhou na Europa, Satanás procurou impedir o seu avanço. Apesar do bastião do Evangelho do reino ser sempre mais proeminente no Oriente, aparentemente Satanás sentiu que o Evangelho da graça de Deus teria uma maior esfera de influência no Ocidente. Como sabemos, Paulo e Silas mal tiveram tempo de se apresentar e o arqui-inimigo de Deus, já desferia o seu primeiro ataque. O registo diz:
“E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se, e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu” (Actos 16:16-18).
Os espíritos maus normalmente empregam um de dois métodos para impedirem a proclamação do Evangelho – aliança ou antagonismo. Aqui eles optaram pelo antagonismo. Este particular mau espírito procurou ridicularizar o apóstolo. “Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo”. Paulo sabia que isto não era uma forma de publicidade gratuita, mas um plano sinistro para ridicularizar a Cruz. Não querendo permitir que este tipo de ataque continuasse, o apóstolo ordenou ao mau espírito que saísse dela no nome do Senhor Jesus Cristo.
Apesar de muitos reclamarem de forma atrevida que podem exorcizar demónios hoje, erram ao não compreender que pelo menos três dons sinais sobrenaturais eram requeridos antes deste poder ser concretizado. Paulo usou o “dom de discernir os espíritos” para sondar o coração da jovem e determinar se o seu estado mental estava a ser controlado por um espírito mau ou por alguma espécie de doença. Ele teve seguidamente de se certificar através do “dom de conhecimento” se seria ou não da vontade de Deus que este demónio fosse expulso naquele momento e lugar. Finalmente, o apóstolo usou o “dom de exorcismo (milagres)” para expulsar este emissário de Satanás (Actos 19:11,12). É interessante que ele fê-lo no poder e autoridade do Senhor Jesus Cristo. Paulo compreendia que a batalha é do Senhor!
Hoje, o campo de batalha deslocou-se do reino terreno para o celestial. Consequentemente, a possessão demoníaca é pouco frequente, senão rara. Uma vez que o Espírito santo habita no crente, é impossível que este seja possuído; contudo, a batalha pode tornar-se tão intensa que, por vezes, ele pode ser atribulado pelos poderes das trevas. Apesar de alguns alegarem ser autoridade sobre personalidades múltiplas, a verdade é que somente Deus sabe se a conduta neurótica de alguém se deve a anormalidades físicas, problemas emocionais, ou possessão demoníaca. Por conseguinte, com a cessação dos dons sinais hoje a arma primária da nossa luta contra este tipo de ataque é a oração (Rom. 8:26,27; Efé. 6:10-18).
Tem sido dito que, “A pregação de Cristo é o chicote que flagela o diabo. É um raio cujo estrondo abala todo o inferno.” Portanto quando o Evangelho da graça se espalhou na Europa, Satanás procurou impedir o seu avanço. Apesar do bastião do Evangelho do reino ser sempre mais proeminente no Oriente, aparentemente Satanás sentiu que o Evangelho da graça de Deus teria uma maior esfera de influência no Ocidente. Como sabemos, Paulo e Silas mal tiveram tempo de se apresentar e o arqui-inimigo de Deus, já desferia o seu primeiro ataque. O registo diz:
“E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se, e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu” (Actos 16:16-18).
Os espíritos maus normalmente empregam um de dois métodos para impedirem a proclamação do Evangelho – aliança ou antagonismo. Aqui eles optaram pelo antagonismo. Este particular mau espírito procurou ridicularizar o apóstolo. “Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo”. Paulo sabia que isto não era uma forma de publicidade gratuita, mas um plano sinistro para ridicularizar a Cruz. Não querendo permitir que este tipo de ataque continuasse, o apóstolo ordenou ao mau espírito que saísse dela no nome do Senhor Jesus Cristo.
Apesar de muitos reclamarem de forma atrevida que podem exorcizar demónios hoje, erram ao não compreender que pelo menos três dons sinais sobrenaturais eram requeridos antes deste poder ser concretizado. Paulo usou o “dom de discernir os espíritos” para sondar o coração da jovem e determinar se o seu estado mental estava a ser controlado por um espírito mau ou por alguma espécie de doença. Ele teve seguidamente de se certificar através do “dom de conhecimento” se seria ou não da vontade de Deus que este demónio fosse expulso naquele momento e lugar. Finalmente, o apóstolo usou o “dom de exorcismo (milagres)” para expulsar este emissário de Satanás (Actos 19:11,12). É interessante que ele fê-lo no poder e autoridade do Senhor Jesus Cristo. Paulo compreendia que a batalha é do Senhor!
Hoje, o campo de batalha deslocou-se do reino terreno para o celestial. Consequentemente, a possessão demoníaca é pouco frequente, senão rara. Uma vez que o Espírito santo habita no crente, é impossível que este seja possuído; contudo, a batalha pode tornar-se tão intensa que, por vezes, ele pode ser atribulado pelos poderes das trevas. Apesar de alguns alegarem ser autoridade sobre personalidades múltiplas, a verdade é que somente Deus sabe se a conduta neurótica de alguém se deve a anormalidades físicas, problemas emocionais, ou possessão demoníaca. Por conseguinte, com a cessação dos dons sinais hoje a arma primária da nossa luta contra este tipo de ataque é a oração (Rom. 8:26,27; Efé. 6:10-18).
- Paul M. Sadler
(Continua)



