Os Dons Sinais Sobrenaturais do Período dos Actos - Segues na direcção correcta? (XI)

Ordem no Tribunal
“E falem dois ou três profetas, e os outros julguem. Mas se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro. Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros; para que todos aprendam, e todos sejam consolados. E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos” (I Cor. 14:29-33).
Há uma declaração interessante, feita aqui por Paulo, que é frequentemente ignorada, nomeadamente, “os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas.” Os que hoje são supostamente “fulminados pelo Espírito” muitas vezes parece que perdem o contacto com a realidade. É francamente pavoroso quando caem redondos no chão enquanto se contorcem num delírio descontrolado.
Claramente, Deus não é autor de confusão. Por conseguinte, devemos compreender que os dons sinais sobrenaturais do período dos Actos eram realizados de uma forma decente e bem ordenada. Pelo menos era este o plano original de Deus. Quando um profeta recebia uma revelação do Senhor, o dom de profecia ficava sujeito à normal linha de pensamento de profeta. Em suma, se alguém pretendia ministrar instrução, deveria sentar-se em silêncio e esperar pela sua vez antes de comunicar o que Deus lhe tinha revelado. O Espírito de Deus nunca levava o profeta a actuar irracionalmente, mesmo que ele tivesse alguma coisa essencial a acrescentar. Este princípio básico também se aplicava aos outros dons miraculosos do período (1 Cor. 14:23).
Além disso Deus incorporou factores de equilíbrio no processo para garantir a integridade dos dons sinais. No que respeita aos profetas, se algum deles comunicasse à igreja o que Deus lhe comunicara a si, os outros profetas deveriam julgar; ou seja, verificar se a mensagem era verdadeiramente de Deus. Isto também é uma indicação de que os profetas tinham “o dom de discernir os espíritos”, que os capacitava a denunciar e eliminar os falsos profetas que surgiam entre os santos como enganadores.
Claramente, Deus não é autor de confusão. Por conseguinte, devemos compreender que os dons sinais sobrenaturais do período dos Actos eram realizados de uma forma decente e bem ordenada. Pelo menos era este o plano original de Deus. Quando um profeta recebia uma revelação do Senhor, o dom de profecia ficava sujeito à normal linha de pensamento de profeta. Em suma, se alguém pretendia ministrar instrução, deveria sentar-se em silêncio e esperar pela sua vez antes de comunicar o que Deus lhe tinha revelado. O Espírito de Deus nunca levava o profeta a actuar irracionalmente, mesmo que ele tivesse alguma coisa essencial a acrescentar. Este princípio básico também se aplicava aos outros dons miraculosos do período (1 Cor. 14:23).
Além disso Deus incorporou factores de equilíbrio no processo para garantir a integridade dos dons sinais. No que respeita aos profetas, se algum deles comunicasse à igreja o que Deus lhe comunicara a si, os outros profetas deveriam julgar; ou seja, verificar se a mensagem era verdadeiramente de Deus. Isto também é uma indicação de que os profetas tinham “o dom de discernir os espíritos”, que os capacitava a denunciar e eliminar os falsos profetas que surgiam entre os santos como enganadores.
- Paul M. Sadler
(Continua)



