Como tratamos o Senhor

william_macdonald.jpg  “… Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes” (Mt. 25:40).
 

     Eis aqui simultaneamente um estímulo gratificante e um aviso de que deveria levar-nos a parar para pensar. Tudo o que fazemos aos irmãos de Cristo é contado como sendo feito a Si mesmo.

     Nós podemos revelar bondade ao Senhor Jesus em qualquer altura, manifestando bondade a um crente. Quando nós revelamos hospitalidade ao povo de Deus, é como se O recebêssemos em nossas casas. Ao darmos-lhes o quarto principal, estamos dar-Lho a Ele.

     Quase ninguém seria célere em fazer tudo o que é possível ao Salvador se Ele viesse como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Mas Ele vem frequentemente à nossa porta em aparência muito humilde, e é isso que nos põe à prova. A forma como lidamos com o menor dos Seus irmãos é a forma como O tratamos.

     Um velho pregador piedoso visitou uma assembleia, na esperança de poder partilhar a Palavra com os santos. Ele não tinha carisma pessoal e não revelava um estilo dinâmico no púlpito. Mas ele era um servo de Deus e tinha uma mensagem do Senhor. Os anciãos disseram-lhe que não podiam pedir-lhe que ficasse para as reuniões e sugeriram que ele fosse a uma reunião no gueto negro. Ele fê-lo, e lá foi calorosamente recebido pelos irmãos. Durante a sua semana de reuniões, ele teve um ataque cardíaco e morreu. Foi como se o Senhor estivesse a dizer aos irmãos da assembleia convencida: "Vocês podem não o ter querido, mas Eu qui-lo. Ao recusarem-no, recusaram-Me a Mim."

     No seu poema "Quando o Grande Convidado Veio," Edwin Markham conta a história de um velho sapateiro que fez preparações elaboradas para uma visita de sonho do Senhor. O Senhor nunca surgiu. Mas quando um mendigo surgiu, o sapateiro calçou-o. Quando uma senhora de idade veio, o sapateiro ajudou-a a carregar o fardo que trazia e deu-lhe comida. Quando uma criança perdida veio, o sapateiro levou-a de volta à mãe.

Então, no silêncio, ele ouviu uma voz suave:
Anima-te, pois cumpri Meu trabalho.
Três vezes vim à porta do teu agasalho;
Três vezes a minha sombra esteve no teu soalho.
Eu era o mendigo, com os pés magoados,
Eu era a mulher que comeu teus cozinhados,
Eu era a criança com ais amargurados.    

 
William MacDonald
One Day at a Time

 

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